Como andaria a ligação entre os dois?
- Barrichello é um nome que provavelmente não sai da cabeça de Ross Brawn. Tanto que o dirigente ao montar sua própria equipe não abriu mão do brasileiro pois precisaria de alguém experiente para desenvolver o carro e toda aquela história que já foi dita por aí.
- Mas ele não contava em passar por alguns problemas recorrentes com o brasileiro. Mais uma vez Barrichello perde para seu companheiro de equipe com Ross como seu superior e o inglês se vê obrigado a dar preferência ao "rival" de Rubens.
- Pois bem... e após a última confusão, onde Rubens afirmou que não queria ouvir mais o "blábláblá" da equipe o clima ficou pesado. Ross Brawn por sua vez deciciu ligar para seu piloto para amenizar a situação e reafirmar seu compromisso com ele.
- Já que é para reafirmar o compromisso eu espero que Barrichello tenha feito o mesmo. Espero que Ross Brawn tenha dito que em situações de pista favoráveis o momento é de beneficiar mesmo o inglês Jenson Button e que Rubens por sua vez tenha dito que entende (e entenda mesmo).
- Ninguém gosta de perder, mas é preciso aceitar as regras do jogo. No embate direto com Button, Barrichello praticamente já perdeu. Ou aceita as regras e continua na equipe no ano que vem (algo que vem se tornando cada vez mais difícil) com a chance de ainda ter um carro vencedor ou não aceita e vai para uma equipe menor (isso se não deixar a categoria).
- É hora de fazer uma escolha, se mantém a ligação ou não.
7/22/2009
7/21/2009
Coluna: Os personagens morrem também?
Couna "Mundo Veloz" trata ainda de Henry Surtees e as consequências de um momento como esse...

- A coluna "Mundo Veloz", disponível todas as terças na "F1 Mania" (com algumas falhas, é verdade) trata hoje do assunto Henry Surtees e minha visão sobre os personagens que nos envolvem na vida. E como pilotos também são personagens ele está presente.
- Como é o nosso tratamento e a visão dessas pessoas? Você já parou para pensar nisso? Pois bem, eu já...
- Clique aqui e acesse a coluna "Mundo Veloz" de hoje. E comente, caso queira.

- A coluna "Mundo Veloz", disponível todas as terças na "F1 Mania" (com algumas falhas, é verdade) trata hoje do assunto Henry Surtees e minha visão sobre os personagens que nos envolvem na vida. E como pilotos também são personagens ele está presente.
- Como é o nosso tratamento e a visão dessas pessoas? Você já parou para pensar nisso? Pois bem, eu já...
- Clique aqui e acesse a coluna "Mundo Veloz" de hoje. E comente, caso queira.
7/20/2009
A Truck de forma diferente...
Ontem vivi um domingo diferente em Interlagos... F-Truck com a Volkswagen...
- Faz um tempo que eu não ia à um autódromo sem estar na sala de imprensa. Vou além. A F-Truck é algo que nunca me fez a cabeça e mexeu com minha empolgação. Tendo liberdade de escolher os assuntos que eu abordo em todos os lugares que passei e, claro, também aqui no "Mundo Veloz", nunca havia ido assistir uma prova da categoria.
- Fui mais além ainda quando semana passada cheguei a escrever no Twitter a frase "aos que estão me perguntando se vou na F-Truck a resposta é não." Pois é... eis que dois dias depois recebo um convite de Fernanda Quintão, da Volkswagen Caminhões e Ônibus para o evento, onde tive a oportunidade de ficar na ala reservada à montadora. É, acabei aceitando.
- Foi um domingo de corrida divertido. Primeiro uma volta em Interlagos à bordo de um Constellation, o enorme e confortável caminhão da Volks. Uma volta, sem correria mas com um diferencial interessantíssimo que foi andar no sentido contrário da pista. Sim, descemos do Café até a Junção, subimos o Mergulho, passamos Bico de Pato, Pinheirinho, Laranjinha (que ficou uma curva ainda mais cega), descemos até a Reta Oposta e subimos Curva do Sol e "S" do Senna.
- Na sequência a Top Race, com oa argentinos mais Cacá Bueno e Jacques Villeuneve em um protótipo parecido com o nosso Stock Car antigo (atualmente na Stock Light) e bolhas não muito belas. A corrida foi vencida por Juan Manuel Silva. Cacá Bueno foi o sétimo e Jacques Villeneuve abandonou (para tristeza de alguns presentes). Os argentinos por sinal não devem ter gostado muito do traçado de Interlagos pois muitos andaram mais fora da pista do que dentro dela.
- Na Truck resolvemos deixar a ala vip e partimos para outros locais menos ortodoxos e mais divertidos, como a parte de dentro do "S" do Senna, onde vimos (em boa parte da prova com um bom telão atrás de nós) o domínio de Roberval Andrade, que não foi incomodado um instante sequer por seus rivais. Alí é um ótimo local para se acompanhar as várias disputas durante a prova pois é o grande ponto de ultrapassagem do circuito.
- Mais que isso, pude acompanhar as provas com ótimas companhias, como Anderson Costa, Babi Franzin, Thiago Raposo, Danilo Ferreira, Karol Stutz e Jorge Pezzolo. Um domingo diferente para quem está acostumado à falta de conforto das salas de imprensa.
- Fica aqui o agradecimento aos amigos que estiveram conosco neste ótimo domingo e também à Volkswagen Caminhões e Ônibus pelo convite.
- Acompanhe as fotos de Danilo e Babi:
Fotos Danilo: Aqui e aqui
Fotos Babi: Aqui
- Faz um tempo que eu não ia à um autódromo sem estar na sala de imprensa. Vou além. A F-Truck é algo que nunca me fez a cabeça e mexeu com minha empolgação. Tendo liberdade de escolher os assuntos que eu abordo em todos os lugares que passei e, claro, também aqui no "Mundo Veloz", nunca havia ido assistir uma prova da categoria.
- Fui mais além ainda quando semana passada cheguei a escrever no Twitter a frase "aos que estão me perguntando se vou na F-Truck a resposta é não." Pois é... eis que dois dias depois recebo um convite de Fernanda Quintão, da Volkswagen Caminhões e Ônibus para o evento, onde tive a oportunidade de ficar na ala reservada à montadora. É, acabei aceitando.
- Foi um domingo de corrida divertido. Primeiro uma volta em Interlagos à bordo de um Constellation, o enorme e confortável caminhão da Volks. Uma volta, sem correria mas com um diferencial interessantíssimo que foi andar no sentido contrário da pista. Sim, descemos do Café até a Junção, subimos o Mergulho, passamos Bico de Pato, Pinheirinho, Laranjinha (que ficou uma curva ainda mais cega), descemos até a Reta Oposta e subimos Curva do Sol e "S" do Senna.
- Na sequência a Top Race, com oa argentinos mais Cacá Bueno e Jacques Villeuneve em um protótipo parecido com o nosso Stock Car antigo (atualmente na Stock Light) e bolhas não muito belas. A corrida foi vencida por Juan Manuel Silva. Cacá Bueno foi o sétimo e Jacques Villeneuve abandonou (para tristeza de alguns presentes). Os argentinos por sinal não devem ter gostado muito do traçado de Interlagos pois muitos andaram mais fora da pista do que dentro dela.
- Na Truck resolvemos deixar a ala vip e partimos para outros locais menos ortodoxos e mais divertidos, como a parte de dentro do "S" do Senna, onde vimos (em boa parte da prova com um bom telão atrás de nós) o domínio de Roberval Andrade, que não foi incomodado um instante sequer por seus rivais. Alí é um ótimo local para se acompanhar as várias disputas durante a prova pois é o grande ponto de ultrapassagem do circuito.
- Mais que isso, pude acompanhar as provas com ótimas companhias, como Anderson Costa, Babi Franzin, Thiago Raposo, Danilo Ferreira, Karol Stutz e Jorge Pezzolo. Um domingo diferente para quem está acostumado à falta de conforto das salas de imprensa.
- Fica aqui o agradecimento aos amigos que estiveram conosco neste ótimo domingo e também à Volkswagen Caminhões e Ônibus pelo convite.
- Acompanhe as fotos de Danilo e Babi:
Fotos Danilo: Aqui e aqui
Fotos Babi: Aqui
A morte no automobilismo
Henry Surtees... filho do campeão, pole da prova em que corria na F-2 perde a vida de bobeira...
- Como é estranho. O automobilismo ao longo dos anos fez as suas muitas vítimas. Decorrência de acidentes com veículos a mais de 200 por hora pilotos, fiscais de pista, espectadores, muitos perderam a vida durante treinos ou corrida.
- O estranho de tudo isso é imaginar que, embora seja trabalho para muitos, para a imensa maioria o automobilismo é entretenimento. E mesmo entre aqueles que fazem do automobilismo o seu ganha-pão, uma boa parcela dessa camada resolveu seguir este caminho por pura opção devido ao amor que sentem pelo esporte a motor.
- E é uma forma de entretenimento muitas vezes perigosa e complicada. Misturar diversão com o perigo não é uma grande novidade (vejamos os esportes radicais, muitos mais perigosos que automobilismo), mas quando chega o momento das inevitáveis fatalidades, que vira e mexe acontecem, a realidade se torna muito dura e nos dá um banho de água gelada por nos mostrar que há uma linha tênue entre diversão e pânico.
- Me lembro do contato mais próximo com a morte que eu tive no trabalho, que foi justamente no automobilismo. Era 9 de dezembro de 2007, decisão da Stock Car Light em Interlagos, quando após bater contra a proteção de pneus e voltar pra pista o paranaense Rafael Sperafico foi acertado em sua lateral por Renato Russo.
- Os momentos seguintes, antes da confirmação de que o piloto falecera, foram muito complicados. Um estranho sentimento tomou conta de todos os presentes e o clima de constante alegria e agitação se transformou em apreensão. Na sequência todos conhecemos o real significado da expressão "o silêncio que fala".
- Pois bem... e mesmo depois de ter vivido esse momento ainda tenho dificuldades de encarar notícias de morte no automobilismo. É possível hoje para mim imaginar como as pessoas que estavam em Brands Hatch voltaram para suas casas após a confirmação da morte de Henry Surtees. Em silêncio... refletindo sobre a própria vida... pensando que por alguns centímetros ele poderia ter escapado (é quase sempre assim no automobilismo)... será que essa pessoas sonharão com o que aconteceu assim como eu mesmo sonhei?
- Não é suficiente desejar sentimentos à família de Surtees (embora, é claro, todos o façam) pois uma perda nesse nível não pode ser reparada. Um momento como esse também é difícil de se esquecer.
- Acompanhe a história em mais detalhes no blog do colega "Speeder" de onde eu também tirei o vídeo, basta clicar aqui.
- Como é estranho. O automobilismo ao longo dos anos fez as suas muitas vítimas. Decorrência de acidentes com veículos a mais de 200 por hora pilotos, fiscais de pista, espectadores, muitos perderam a vida durante treinos ou corrida.
- O estranho de tudo isso é imaginar que, embora seja trabalho para muitos, para a imensa maioria o automobilismo é entretenimento. E mesmo entre aqueles que fazem do automobilismo o seu ganha-pão, uma boa parcela dessa camada resolveu seguir este caminho por pura opção devido ao amor que sentem pelo esporte a motor.
- E é uma forma de entretenimento muitas vezes perigosa e complicada. Misturar diversão com o perigo não é uma grande novidade (vejamos os esportes radicais, muitos mais perigosos que automobilismo), mas quando chega o momento das inevitáveis fatalidades, que vira e mexe acontecem, a realidade se torna muito dura e nos dá um banho de água gelada por nos mostrar que há uma linha tênue entre diversão e pânico.
- Me lembro do contato mais próximo com a morte que eu tive no trabalho, que foi justamente no automobilismo. Era 9 de dezembro de 2007, decisão da Stock Car Light em Interlagos, quando após bater contra a proteção de pneus e voltar pra pista o paranaense Rafael Sperafico foi acertado em sua lateral por Renato Russo.
- Os momentos seguintes, antes da confirmação de que o piloto falecera, foram muito complicados. Um estranho sentimento tomou conta de todos os presentes e o clima de constante alegria e agitação se transformou em apreensão. Na sequência todos conhecemos o real significado da expressão "o silêncio que fala".
- Pois bem... e mesmo depois de ter vivido esse momento ainda tenho dificuldades de encarar notícias de morte no automobilismo. É possível hoje para mim imaginar como as pessoas que estavam em Brands Hatch voltaram para suas casas após a confirmação da morte de Henry Surtees. Em silêncio... refletindo sobre a própria vida... pensando que por alguns centímetros ele poderia ter escapado (é quase sempre assim no automobilismo)... será que essa pessoas sonharão com o que aconteceu assim como eu mesmo sonhei?
- Não é suficiente desejar sentimentos à família de Surtees (embora, é claro, todos o façam) pois uma perda nesse nível não pode ser reparada. Um momento como esse também é difícil de se esquecer.
- Acompanhe a história em mais detalhes no blog do colega "Speeder" de onde eu também tirei o vídeo, basta clicar aqui.
7/14/2009
Piquet x Galvão, o certo e o errado
Até que ponto o narrador errou ao citar Nelsinho Piquet como carta fora do baralho na Renault?

- A polêmica começou na noite de ontem. Nelsinho Piquet foi dado como demitido da Renault pelo narrador Galvão Bueno em seu programa no Sportv, o Bem Amigos, em um consternado tom de despedida (Veja o vídeo no Plog do Pezzollo). ele diz na matéria que Lucas di Grassi foi chamado para o lugar de terceiro piloto e que Romain Grosjean seria o terceiro piloto (na verdade quem diz não é Galvão e sim o comentarista Renato Maurício Prado).
- Depois de muito esperarmos eis que o piloto aperece no Twitter (onde posta assiduamente, mas estava ausente) disparando seguinte pérola: "Aí Galvão, vc está errado, meu bom! Te vejo na Hungria! E vamo torcer para q o carro esteja melhor lá! Valeu pelo apoio de todo mundo! Abcs!". Foi um momento épico no Twitter e que pessoalmente muito me divertiu.
- Mas o assunto a ser abordado é outro. Desde ontem, após afirmação de Galvão Bueno, eis que algumas pessoas se levantaram contra a afirmação do narrador simplesmente porquê a sua saída ainda não havia sido oficializada (como ainda não o foi e parece que não o será).
- E por que Galvão não pode fazê-lo sendo que tanta gente afirmou que Nelsinho não seria mais piloto da equipe após o Grande Prêmio da Alemanha? Não quero aqui criticar a postura de nenhum colega, mas os boatos se espalharam facilmente na imprensa brasileira e sempre foram dissuadidos veementemente, a Globo, na figura de seu narrador, não o fez.
- Após a afirmação de Galvão Bueno, queira ou não, muitos se prepararam para o pior e principalmente deixaram na "ponta da agulha" a informação para soltá-la quando fossem oficializado, cada um de sua forma é claro, cada um afirmando que um ponto diferente seria decisivo para que o louco Briatore assinasse a carta de demissão do piloto.
- Galvão errou? Sim, errou, como erraram tantos membros da imprensa especializada e eu me incluo entre eles. Como eu mesmo creio que tenho o direito de errar acho que Galvão também o tem e por isso não acho que eu deva agora criticar de forma tão dura o narrador oficial da Fórmula-1 no Brasil.
- Vale lembrar também que há um peso diferente. Eu errando aqui no "Mundo Veloz" ou na "F1 Mania" é uma coisa, ninguém vai falar mal, mas Galvão Bueno tem um peso maior pois ele carrega nas mãos um microfone muito forte... e está lá há muitos anos como principal membro da equipe.
- Não sou fã de Galvão Bueno, e muito menos acho que ele precise de algum tipo de defesa (sequer lerá estas palavras, creio eu), mas acredito que devamos pegar um pouco mais leve e analisar que em nossa profissão cometemos inúmeros erros, grandes e pequenos, sempre orando aos céus para que sejamos perdoados por tais atos. É oque acontece com ele.
- Galvão escreveu uma carta pedindo desculpas ao piloto e dizendo que ainda o quer fazer pessoalmente SE puder. Eu acho que muita gente agora poderia fazer o mesmo, mesmo que esperem até o final do ano se ele chegar até lá. Acho desnecessária essa jornada contra a Rede Globo levantada por parte da imprensa brasileira (do qual fazem parte alguns amigos que eu por sinal muito respeito). Nâo leva a nada, a Globo é sim uma gigante e temos de aceitar isso e respeitar para que, quem sabe, ela também nos respeite um pouco mais já que é isso que tanto cobram da emissora e de seus integrantes.
- Eu da minha parte prefiro apenas curtir o momento engraçadíssimo que foi ler a mensagem de Piquet diretamente ao narrador (o que por sua vez foi jogar para a galera pois ao que se sabe Galvão nem faz parte do Twitter). Eu ri muito, confesso... não levemos a Fórmula-1, a Globo, Galvão Bueno e nem ao menos o Nelsinho Piquet tão a sério...

- A polêmica começou na noite de ontem. Nelsinho Piquet foi dado como demitido da Renault pelo narrador Galvão Bueno em seu programa no Sportv, o Bem Amigos, em um consternado tom de despedida (Veja o vídeo no Plog do Pezzollo). ele diz na matéria que Lucas di Grassi foi chamado para o lugar de terceiro piloto e que Romain Grosjean seria o terceiro piloto (na verdade quem diz não é Galvão e sim o comentarista Renato Maurício Prado).
- Depois de muito esperarmos eis que o piloto aperece no Twitter (onde posta assiduamente, mas estava ausente) disparando seguinte pérola: "Aí Galvão, vc está errado, meu bom! Te vejo na Hungria! E vamo torcer para q o carro esteja melhor lá! Valeu pelo apoio de todo mundo! Abcs!". Foi um momento épico no Twitter e que pessoalmente muito me divertiu.
- Mas o assunto a ser abordado é outro. Desde ontem, após afirmação de Galvão Bueno, eis que algumas pessoas se levantaram contra a afirmação do narrador simplesmente porquê a sua saída ainda não havia sido oficializada (como ainda não o foi e parece que não o será).
- E por que Galvão não pode fazê-lo sendo que tanta gente afirmou que Nelsinho não seria mais piloto da equipe após o Grande Prêmio da Alemanha? Não quero aqui criticar a postura de nenhum colega, mas os boatos se espalharam facilmente na imprensa brasileira e sempre foram dissuadidos veementemente, a Globo, na figura de seu narrador, não o fez.
- Após a afirmação de Galvão Bueno, queira ou não, muitos se prepararam para o pior e principalmente deixaram na "ponta da agulha" a informação para soltá-la quando fossem oficializado, cada um de sua forma é claro, cada um afirmando que um ponto diferente seria decisivo para que o louco Briatore assinasse a carta de demissão do piloto.
- Galvão errou? Sim, errou, como erraram tantos membros da imprensa especializada e eu me incluo entre eles. Como eu mesmo creio que tenho o direito de errar acho que Galvão também o tem e por isso não acho que eu deva agora criticar de forma tão dura o narrador oficial da Fórmula-1 no Brasil.
- Vale lembrar também que há um peso diferente. Eu errando aqui no "Mundo Veloz" ou na "F1 Mania" é uma coisa, ninguém vai falar mal, mas Galvão Bueno tem um peso maior pois ele carrega nas mãos um microfone muito forte... e está lá há muitos anos como principal membro da equipe.
- Não sou fã de Galvão Bueno, e muito menos acho que ele precise de algum tipo de defesa (sequer lerá estas palavras, creio eu), mas acredito que devamos pegar um pouco mais leve e analisar que em nossa profissão cometemos inúmeros erros, grandes e pequenos, sempre orando aos céus para que sejamos perdoados por tais atos. É oque acontece com ele.
- Galvão escreveu uma carta pedindo desculpas ao piloto e dizendo que ainda o quer fazer pessoalmente SE puder. Eu acho que muita gente agora poderia fazer o mesmo, mesmo que esperem até o final do ano se ele chegar até lá. Acho desnecessária essa jornada contra a Rede Globo levantada por parte da imprensa brasileira (do qual fazem parte alguns amigos que eu por sinal muito respeito). Nâo leva a nada, a Globo é sim uma gigante e temos de aceitar isso e respeitar para que, quem sabe, ela também nos respeite um pouco mais já que é isso que tanto cobram da emissora e de seus integrantes.
- Eu da minha parte prefiro apenas curtir o momento engraçadíssimo que foi ler a mensagem de Piquet diretamente ao narrador (o que por sua vez foi jogar para a galera pois ao que se sabe Galvão nem faz parte do Twitter). Eu ri muito, confesso... não levemos a Fórmula-1, a Globo, Galvão Bueno e nem ao menos o Nelsinho Piquet tão a sério...
7/13/2009
E o Barrichello, hein?
Em paz com torcida e mídia nas últimas 2 semanas depois de sua bem sucedida entrada no Twitter agora ele vive momento de polêmica...

- Sempre criticado, sempre cobrado, o brasileiro Rubens Barrichello conquistou confiança de torcida e um pouco do carinho da mídia especializada após sua entrada no Twitter. A promessa de que encararia dançar o "Moonwalk" (passo de dança clássico de Michael Jackson) caso subisse ao pódio no Grande Prêmio da Alemanha junto uma torcida imensa para que ele conseguisse e para que a categoria vivesse um raro momento de descontração.
- Pois bem... ele não conseguiu... teve problemas com pneus, no pit e depois ainda teve praticamente de ceder sua posição para que Button conquistasse ainda mais um ponto. O que se viu a seguir foi um festival de estranhas declarações:
- O problema estaria em Barrichello ou em Ross Brawn (seu mesmo chefe nos tempos de Maranello)? Fica difícil explicar essa relação entre os dois pois o dirigente depositou muita confiança no brasileiro que perdeu para Jenson na pista simplesmente porque o inglês foi mais rápido que ele e pronto.
- Agora, ao mesmo tempo, eu que sempre fui um crítico das declarações de Rubens entendo que não deva ser fácil mais uma vez se confrontar com a essa situação. Que fique aqui bem claro que Barrichello não foi deliberadamente prejudicado pela Brawn GP (que teve inúmeros problemas com pneus no final de semana) mas são coisas que acontecem (sempre ele).
- Depois ele foi sim orientado a ir para os boxes antes de Button para que, já que o brasileiro não iria mais para o pódio, ele pudesse ao menos conquistar um ponto a mais. Novamente Barrichello acabou sendo preterido pelo time, dessa vez deliberadamente mas de uma forma que não há como não compreender já que é Button que luta agora pelo título (e com Vettel cada vez mais perto).
- Resta saber porque ele sempre aparece na mídia vivendo esse tipo de situação constrangedora, mas sua irritação aos poucos acaba sendo fácil de se compreender. Ele é um obstinado pelo que faz, mas gostaria de ter um pouquinho mais de competência, sorte ou alguma coisa que talvez só ele saiba o que é.
- Sempre criticado, sempre cobrado, o brasileiro Rubens Barrichello conquistou confiança de torcida e um pouco do carinho da mídia especializada após sua entrada no Twitter. A promessa de que encararia dançar o "Moonwalk" (passo de dança clássico de Michael Jackson) caso subisse ao pódio no Grande Prêmio da Alemanha junto uma torcida imensa para que ele conseguisse e para que a categoria vivesse um raro momento de descontração.
- Pois bem... ele não conseguiu... teve problemas com pneus, no pit e depois ainda teve praticamente de ceder sua posição para que Button conquistasse ainda mais um ponto. O que se viu a seguir foi um festival de estranhas declarações:
- "Hoje foi um ótimo show da equipe de como perder uma corrida";
- "Estou bem chateado com o jeito que as coisas aconteceram. Eu fiz tudo que tinha que ser feito. Eu fui primeiro no primeiro trecho e eles me fizeram perder a corrida";
- "Se isso é realmente o que está acontecendo, nós vamos acabar perdendo ambos campeonatos. Eu sinto muito por mim e pela equipe";
- "Para ser bem honesto, eu queria poder entrar no avião e ir para a casa. Eu não quero falar com ninguém da equipe. Vai ser o mesmo blá blá blá e eu não quero ouvir isso".
- “Foi uma frustração do piloto”;
- “Quando você sai de um carro pensando que pode deveria ter vencido uma corrida, você não se dá conta de todos os fatos, isto pode acontecer";
- “Esta é a paixão que alguns pilotos têm”;
- “Uma vez que ele se acalme... sente e olhe para todos os números, ele perceberá que éramos muito lentos. Não havia capacidade de vencermos a corrida”.
- “No final do dia, eu posso sair no final do ano se quiser, mas agora eu quero correr”;
- O problema estaria em Barrichello ou em Ross Brawn (seu mesmo chefe nos tempos de Maranello)? Fica difícil explicar essa relação entre os dois pois o dirigente depositou muita confiança no brasileiro que perdeu para Jenson na pista simplesmente porque o inglês foi mais rápido que ele e pronto.
- Agora, ao mesmo tempo, eu que sempre fui um crítico das declarações de Rubens entendo que não deva ser fácil mais uma vez se confrontar com a essa situação. Que fique aqui bem claro que Barrichello não foi deliberadamente prejudicado pela Brawn GP (que teve inúmeros problemas com pneus no final de semana) mas são coisas que acontecem (sempre ele).
- Depois ele foi sim orientado a ir para os boxes antes de Button para que, já que o brasileiro não iria mais para o pódio, ele pudesse ao menos conquistar um ponto a mais. Novamente Barrichello acabou sendo preterido pelo time, dessa vez deliberadamente mas de uma forma que não há como não compreender já que é Button que luta agora pelo título (e com Vettel cada vez mais perto).
- Resta saber porque ele sempre aparece na mídia vivendo esse tipo de situação constrangedora, mas sua irritação aos poucos acaba sendo fácil de se compreender. Ele é um obstinado pelo que faz, mas gostaria de ter um pouquinho mais de competência, sorte ou alguma coisa que talvez só ele saiba o que é.
7/12/2009
Webber é o personagem do dia
Webber dispara ritmo alucinante e vence de forma brilhante na Alemanha...

- A estratégia definiu o Grande Prêmio da Alemanha? Talvez... mas o certo é que Mark Webber foi o grande nome do dia depois de um ritmo de prova alucinante, quando descontou uma punição sofrida após excesso de vontade na largada e toque em Barrichello, e partiu para sua primeira vitória da carreira.
- Apesar do excelente ritmo não se pode dizer que foi uma vitória tranquila. Barrichello largou bem e assumiu a liderança da prova. Webber tinha mais carro mas teria de escoltar Rubens Barrichello, sua sorte é que Kovalainen também largou muito bem, fazendo uso do KERS, mas depois não tinha ritmo para acompanhá-lo e segurou todo o restante do pelotão. Isso permitiu que o australiano e o brasileiro seguissem tranquilos na frente e, quando Webber pagou a punição, não perdesse tantas posições. Barrichello também tinha ótima vantagem com isso.
- Quando a metade da prova se aproximava Barrichello perdia rendimento, bem como seu companheiro de equipe, tudo isso próximo da hora de parar. Webber já estava em segundo lugar, em ótima recuperação, e tinha tudo para conquistar a posição quando o brasileiro resolveu fazer sua primeira parada. Um problema com a magueira fez com que uma parada que era para ser de 6 segundos se transformasse em 11.4, ou seja, suas chances de brigar pelo pódio estavam se esvaindo. Rubens está neste momento completamente irritado e diz que não quer ouvir o mesmo "blá, blá, blá" da equipe que, segundo ele hoje deu "show de como perder uma corrida".
- Aqui cabe uma reflexão. A equipe o prejudicou? Sim, mas não deliberadamente com o intuito de proteger Button (assunto no qual Rubens está sempre envolvido). Problemas de pneu podem até ser transferidos para a conta do time e principalmente o problema com a mangueira de combustível, que o atrasou completamente. Não creio que algo tenha sido feito em prol de Jenson pois 3 carros estavam entre eles e o prejuízo para a equipe por seus erros hoje foi muito grande.
- Quem pôde comemorar com isso foi não só Webber como também Felipe Massa. As trapalhadas da Brawn GP permitiram que o brasileiro ocupasse um lugar no pódio pela primeira vez desde o Grande Prêmio do Brasil do ano passado, quando perdeu o título em casa para Hamilton. Foi também a primeira vez desde aquela corrida que ele liderou uma prova, a frente de Barrichello que, em seu encalço, acavou também perdendo um tempo que faria diferença para ele no final.
- A Ferrari com isso vai voltando (bem aos poucos, é verdade) à disputa pelas primeiras posições. De qualquer forma, em um momento onde Fernando Alonso é tido como nome praticamente certo na equipe para o ano que vem, vai ficando fácil um pouco fácil descobrir quem seria o escolhido para ser companheiro do espanhol bicampeão do mundo.
- Completando o assunto sobre o vencedor. Enquanto tudo isso acontecia o australiano abria mais uma vez 15 segundos de diferença para seu companheiro de equipe Sebatian Vettel (descontados pelo fato de Mark ter administrado um pouco a prova no final). A comemoração então foi um show a parte com gritos e choro emocionados de um piloto que conquistara sua primeira vitória após 129 GP´s disputados, a maior série da história (o recorde anterior era justamente de Barrichello com 124 provas).
- Destaque para a prova de Adrian Sutil, que largou em sétimo com um dos carros mais pesados do grid, chegou a andar em segundo e pontuaria com certeza se não fosse mais um encontro desastrado com Raikkonen na pista. Em sua saída dos boxes ele tocou o finlandês, quebrou o bico e com mais uma parada ficou sem chances de pontuar. Vale lembrar que o maior momento da carreira de Sutil até então havia acontecido em Mônaco no ano passado quando chegaria em quarto lugar mas o finlandês estragou a corrida dele após rodar e bater na saída do túnel, os dois abandonaram. Para Adrian o melhor mesmo seria que Raikkonen fosse disputar provas de Rali.
- Ele evita falar em disputa pelo título mas já é o terceiro colocado no campeonato, 1 ponto e meio atrás de seu companheiro Sebastian Vettel. Webber tem 45,5, Vettel 47 e Barrichello caiu para quarto com 44.
- A Red Bull tem mais carro no momento (em especial em corridas onde o clima é frio), cuida melhor dos pneus e quando precisa de um ajuste fino em seu carro ainda tem o mago Adrian Newey à disposição. A posição deles no campeonato é melhor, mas Button ainda é líder disparado. Barrichello fica fora da briga pois agora a disputa aperta e o favorito é Button, seria um erro de estratégia da equipe de Ross Brawn deixar os dois pilotos competirem em condições iguais, exceto em casos onde pilotos de outras equipes estejam entre eles.
- A estratégia definiu o Grande Prêmio da Alemanha? Talvez... mas o certo é que Mark Webber foi o grande nome do dia depois de um ritmo de prova alucinante, quando descontou uma punição sofrida após excesso de vontade na largada e toque em Barrichello, e partiu para sua primeira vitória da carreira.
- Apesar do excelente ritmo não se pode dizer que foi uma vitória tranquila. Barrichello largou bem e assumiu a liderança da prova. Webber tinha mais carro mas teria de escoltar Rubens Barrichello, sua sorte é que Kovalainen também largou muito bem, fazendo uso do KERS, mas depois não tinha ritmo para acompanhá-lo e segurou todo o restante do pelotão. Isso permitiu que o australiano e o brasileiro seguissem tranquilos na frente e, quando Webber pagou a punição, não perdesse tantas posições. Barrichello também tinha ótima vantagem com isso.
- Quando a metade da prova se aproximava Barrichello perdia rendimento, bem como seu companheiro de equipe, tudo isso próximo da hora de parar. Webber já estava em segundo lugar, em ótima recuperação, e tinha tudo para conquistar a posição quando o brasileiro resolveu fazer sua primeira parada. Um problema com a magueira fez com que uma parada que era para ser de 6 segundos se transformasse em 11.4, ou seja, suas chances de brigar pelo pódio estavam se esvaindo. Rubens está neste momento completamente irritado e diz que não quer ouvir o mesmo "blá, blá, blá" da equipe que, segundo ele hoje deu "show de como perder uma corrida".
- Aqui cabe uma reflexão. A equipe o prejudicou? Sim, mas não deliberadamente com o intuito de proteger Button (assunto no qual Rubens está sempre envolvido). Problemas de pneu podem até ser transferidos para a conta do time e principalmente o problema com a mangueira de combustível, que o atrasou completamente. Não creio que algo tenha sido feito em prol de Jenson pois 3 carros estavam entre eles e o prejuízo para a equipe por seus erros hoje foi muito grande.
- Quem pôde comemorar com isso foi não só Webber como também Felipe Massa. As trapalhadas da Brawn GP permitiram que o brasileiro ocupasse um lugar no pódio pela primeira vez desde o Grande Prêmio do Brasil do ano passado, quando perdeu o título em casa para Hamilton. Foi também a primeira vez desde aquela corrida que ele liderou uma prova, a frente de Barrichello que, em seu encalço, acavou também perdendo um tempo que faria diferença para ele no final.
- A Ferrari com isso vai voltando (bem aos poucos, é verdade) à disputa pelas primeiras posições. De qualquer forma, em um momento onde Fernando Alonso é tido como nome praticamente certo na equipe para o ano que vem, vai ficando fácil um pouco fácil descobrir quem seria o escolhido para ser companheiro do espanhol bicampeão do mundo.
- Completando o assunto sobre o vencedor. Enquanto tudo isso acontecia o australiano abria mais uma vez 15 segundos de diferença para seu companheiro de equipe Sebatian Vettel (descontados pelo fato de Mark ter administrado um pouco a prova no final). A comemoração então foi um show a parte com gritos e choro emocionados de um piloto que conquistara sua primeira vitória após 129 GP´s disputados, a maior série da história (o recorde anterior era justamente de Barrichello com 124 provas).
- Destaque para a prova de Adrian Sutil, que largou em sétimo com um dos carros mais pesados do grid, chegou a andar em segundo e pontuaria com certeza se não fosse mais um encontro desastrado com Raikkonen na pista. Em sua saída dos boxes ele tocou o finlandês, quebrou o bico e com mais uma parada ficou sem chances de pontuar. Vale lembrar que o maior momento da carreira de Sutil até então havia acontecido em Mônaco no ano passado quando chegaria em quarto lugar mas o finlandês estragou a corrida dele após rodar e bater na saída do túnel, os dois abandonaram. Para Adrian o melhor mesmo seria que Raikkonen fosse disputar provas de Rali.
- Ele evita falar em disputa pelo título mas já é o terceiro colocado no campeonato, 1 ponto e meio atrás de seu companheiro Sebastian Vettel. Webber tem 45,5, Vettel 47 e Barrichello caiu para quarto com 44.
- A Red Bull tem mais carro no momento (em especial em corridas onde o clima é frio), cuida melhor dos pneus e quando precisa de um ajuste fino em seu carro ainda tem o mago Adrian Newey à disposição. A posição deles no campeonato é melhor, mas Button ainda é líder disparado. Barrichello fica fora da briga pois agora a disputa aperta e o favorito é Button, seria um erro de estratégia da equipe de Ross Brawn deixar os dois pilotos competirem em condições iguais, exceto em casos onde pilotos de outras equipes estejam entre eles.
7/06/2009
Não parece, mas é o mesmo carro
Ontem em frente ao pódio como vitorioso em Interlagos... hoje reduzido a nada após um banho de fogo...

- Ontem Marcos Gomes conquistou a quinta etapa da Copa Nextel Stock Car em Interlagos depois de encontrar um bom acerto para seu carro mais uma vez na pista paulista. A foto acima com o piloto em cima do bólido, comemoração tradicional na categoria foi a última deste modelo. Infelizmente um acidente com a carreta que transportava os carros e todo o equipamento que o time utilizou nessa prova foi destruído em meio às chamces provacadas pelo acidente.
- A foto seguinte, de Duda Bairros, já mostra os dois carros do time. Não se sabe se o de Marquinhos era o da frente ou o de trás pois ambos estão irreconhecíveis, só se vê a ferragem, o resto derretu.

- É triste ver as cenas de uma equipe que, inclusive, brigava contra o baixo orçamento para permanecer disputando a temporada e fechou sua participação muito em cima da hora para a primeira etapa. O revezamento de pilotos entre Pedro Gomes, Tarso Marques e Fábio Carreira já indicava a crise pelo qual a Action Power passava.
- O prejuízo material foi muito grande. A equipe não disputará a próxima prova em Salvador e tentará encontrar uma solução para que Marcos Gomes dispute com o carro de outro time, provavelmente levando o patrocínio da Dolly com ele, é uma forma de mostrar a marca de quem investe na equipe e manter o piloto vivo na briga pelo playoff.
- Não tenho certeza de como funciona a questão do seguro para esses casos. Recordo-me de Carlos Col, quando perguntado no lançamento do novo modelo sobre um acidente que ocasionasse perda total do bólido, dizer que haviam carros extras disponíveis. Mas e quanto à este tipo de sinistro, como funcionaria a questão?
- Vale lembrar ainda que estes carros provavelmente não chegaram a 1/4 das parcelas que deveriam ser pagas pelos times. Dura e triste situação de uma equipe tradicionalíssima do esporte a motor no Brasil.
- Mais fotos aqui: http://www.f1mania.net/noticias/vernoticia.php?39677.

- Ontem Marcos Gomes conquistou a quinta etapa da Copa Nextel Stock Car em Interlagos depois de encontrar um bom acerto para seu carro mais uma vez na pista paulista. A foto acima com o piloto em cima do bólido, comemoração tradicional na categoria foi a última deste modelo. Infelizmente um acidente com a carreta que transportava os carros e todo o equipamento que o time utilizou nessa prova foi destruído em meio às chamces provacadas pelo acidente.
- A foto seguinte, de Duda Bairros, já mostra os dois carros do time. Não se sabe se o de Marquinhos era o da frente ou o de trás pois ambos estão irreconhecíveis, só se vê a ferragem, o resto derretu.

- É triste ver as cenas de uma equipe que, inclusive, brigava contra o baixo orçamento para permanecer disputando a temporada e fechou sua participação muito em cima da hora para a primeira etapa. O revezamento de pilotos entre Pedro Gomes, Tarso Marques e Fábio Carreira já indicava a crise pelo qual a Action Power passava.
- O prejuízo material foi muito grande. A equipe não disputará a próxima prova em Salvador e tentará encontrar uma solução para que Marcos Gomes dispute com o carro de outro time, provavelmente levando o patrocínio da Dolly com ele, é uma forma de mostrar a marca de quem investe na equipe e manter o piloto vivo na briga pelo playoff.
- Não tenho certeza de como funciona a questão do seguro para esses casos. Recordo-me de Carlos Col, quando perguntado no lançamento do novo modelo sobre um acidente que ocasionasse perda total do bólido, dizer que haviam carros extras disponíveis. Mas e quanto à este tipo de sinistro, como funcionaria a questão?
- Vale lembrar ainda que estes carros provavelmente não chegaram a 1/4 das parcelas que deveriam ser pagas pelos times. Dura e triste situação de uma equipe tradicionalíssima do esporte a motor no Brasil.
- Mais fotos aqui: http://www.f1mania.net/noticias/vernoticia.php?39677.
7/04/2009
Stock Car em tempo real via Twitter
Em 140 caracteres acompanhe também aqui no "Mundo Veloz" tudo o que acontece em Interlagos...
- Enquanto as ferramentas de relacionamento, as chamadas redes sociais tomam conta da Internet, você também tem acesso a essas facilidades. Seja do celular ou aqui da Sala de Imprensa, onde o "Mundo Veloz" e a "F1 Mania" acompanham tudo sobre a etapa número 5 da Copa Nextel Stock Car estarei atualizando as novidades via Twitter.
- Mas abaixo, você que ainda não faz parte da rede pode também acompanhar as novidades:
- Para ser nosso seguidor é fácil, é só acessar: www.twitter.com/mvgarcia
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7/03/2009
FOTA x FIA: Caso Manor
A mais nova polêmica da Fórmula-1...

- Agora o mais novo assunto da Fórmula-1, que deve ganhar proporção nos próximos dias até que seja escalercido, é a parceria entre a Manor e o Virgin Group.
- A Virgin é a empresa que patrocina a Brawn GP e que estaria fora da equipe no próximo ano devido ao sucesso do time, que inflacionaria os valores a serem cobrados. Não que sejam talvez tão exorbitantes assim, visto que até agora não assinaram com nenhuma parceira para esta temporada, que o diga em 2010 então, uma incógnita nas mãos de Ross Brawn.
- Já a Manor é uma das três equipes que foi escolhida pela FIA para compor o grupo de equipes para a próxima temporada junto à USF1 e Campos. As duas citadas por último já garantiram que tem seus orçamentos fechados para a próxima temporada e por isso não se preocupam com o fim do limite orçamentário para os times. Já a Manor se demonstra preocupada e assume publicamente que terá dificuldades para fechar a temporada.
- Pois bem, agora circula a informação de que Richard Branson, da Virgin, arrematou 20% das ações da Manor. Nada de errado, a não ser pela informação de que essa negociação já estaria em andamento ainda antes do time ser anunciado como um dos três eleitos para disputar a próxima temporada da Fórmula-1 deixando os favoritos Prodrive e Epsilon Euskadi de fora.
- As ligações estranhas não param por aí. Allan Donnelly, comissário chefe da FIA intermediou as negociações entre Branson e Nick Wirth, que é dono da Manor e esteve envolvido com Max Mosley, o presidente da FIA na extinta equipe Simtek, por onde cerrou Roland Ratzenberger. É meio confuso mas se você juntar os nomes todos eles acabam entrando em um grande círculo vicioso. Allan Donnelly marcou até mesmo reuniões entre empresários da equipe e investidores árabes, tudo isso antes da equipe ser anunciada como participante do próximo mundial. As informações todas vem do jornal "Guardian".
- Parece que está tudo bem, as equipes definiriam mesmo quem seriam seus patrocinadores antes da escolha ser feita e foi isso que definiu quem realmente tinha cacife para disputar a Fórmula-1 em 2010. O problema é o envolvimento de um secretário da FIA envolvido nas intermediações entre o ex-colega do presidente da entidade com investidores.
- Mais um detalhe. Lembram-se que Branson e a Virgin foram procurados por Bernie Ecclestone para adquirir o espólio da Honda, que acabou parando nas mãos de Brawn? Enquanto parecia tudo certo para que o anúncio fosse feito a Virgin recuou dizendo que preferia entrar na Fórmula-1 de uma outra forma, dando a entender que precisava de um projeto onde pudesse gastar menos. Já estariam acontecendo negociações? A Manor já sabia que haveria um vestibular para a entrada de novas equipes? Eu não sabia, e você? Sabia? Essa é uma boa pergunta que fica no ar também.
- Outra boa lembrança é que pelo menos duas equipes preteridas por Mosley, Lola e Epsilon Euskadi, reclamaram muito da falta de transparência nesse processo de seleção. Aguardemos os próximos dias pois seria mais uma para a conta de Max Mosley, mais um capítulo.
- Vamos além. Dias atrás, lendo o blog "F1 Around" sobre o mesmo assunto, a escolha da Manor, ainda sem essa nova descoberta, me lembrei que Nick Wirth foi o responsável por desenvolver o projeto dos carros de Fórmula-1 com asas traseiras duplas (veja ilustração acima retirada do mesmo blog), para estimular as ultrapassagens. O projeto acabou não indo além da prancheta, mas foi a primeira tentativa de Mosley recolocar o projetista na categoria.
- As equipes querem mais é ver o circo pegar fogo pois se anunciaram vitoriosas após o fim do racha na Fórmula-1 mas Max Mosley contra-atacou dizendo que tinham cantado vitória cedo demais e que talvez ele ainda pudesse se candidatar à reeleição da entidade. Se esse caso vier à tona com força é o que a FOTA precisa para convencê-lo do contrário.

- Agora o mais novo assunto da Fórmula-1, que deve ganhar proporção nos próximos dias até que seja escalercido, é a parceria entre a Manor e o Virgin Group.
- A Virgin é a empresa que patrocina a Brawn GP e que estaria fora da equipe no próximo ano devido ao sucesso do time, que inflacionaria os valores a serem cobrados. Não que sejam talvez tão exorbitantes assim, visto que até agora não assinaram com nenhuma parceira para esta temporada, que o diga em 2010 então, uma incógnita nas mãos de Ross Brawn.
- Já a Manor é uma das três equipes que foi escolhida pela FIA para compor o grupo de equipes para a próxima temporada junto à USF1 e Campos. As duas citadas por último já garantiram que tem seus orçamentos fechados para a próxima temporada e por isso não se preocupam com o fim do limite orçamentário para os times. Já a Manor se demonstra preocupada e assume publicamente que terá dificuldades para fechar a temporada.
- Pois bem, agora circula a informação de que Richard Branson, da Virgin, arrematou 20% das ações da Manor. Nada de errado, a não ser pela informação de que essa negociação já estaria em andamento ainda antes do time ser anunciado como um dos três eleitos para disputar a próxima temporada da Fórmula-1 deixando os favoritos Prodrive e Epsilon Euskadi de fora.
- As ligações estranhas não param por aí. Allan Donnelly, comissário chefe da FIA intermediou as negociações entre Branson e Nick Wirth, que é dono da Manor e esteve envolvido com Max Mosley, o presidente da FIA na extinta equipe Simtek, por onde cerrou Roland Ratzenberger. É meio confuso mas se você juntar os nomes todos eles acabam entrando em um grande círculo vicioso. Allan Donnelly marcou até mesmo reuniões entre empresários da equipe e investidores árabes, tudo isso antes da equipe ser anunciada como participante do próximo mundial. As informações todas vem do jornal "Guardian".
- Parece que está tudo bem, as equipes definiriam mesmo quem seriam seus patrocinadores antes da escolha ser feita e foi isso que definiu quem realmente tinha cacife para disputar a Fórmula-1 em 2010. O problema é o envolvimento de um secretário da FIA envolvido nas intermediações entre o ex-colega do presidente da entidade com investidores.
- Mais um detalhe. Lembram-se que Branson e a Virgin foram procurados por Bernie Ecclestone para adquirir o espólio da Honda, que acabou parando nas mãos de Brawn? Enquanto parecia tudo certo para que o anúncio fosse feito a Virgin recuou dizendo que preferia entrar na Fórmula-1 de uma outra forma, dando a entender que precisava de um projeto onde pudesse gastar menos. Já estariam acontecendo negociações? A Manor já sabia que haveria um vestibular para a entrada de novas equipes? Eu não sabia, e você? Sabia? Essa é uma boa pergunta que fica no ar também.
- Outra boa lembrança é que pelo menos duas equipes preteridas por Mosley, Lola e Epsilon Euskadi, reclamaram muito da falta de transparência nesse processo de seleção. Aguardemos os próximos dias pois seria mais uma para a conta de Max Mosley, mais um capítulo.
- Vamos além. Dias atrás, lendo o blog "F1 Around" sobre o mesmo assunto, a escolha da Manor, ainda sem essa nova descoberta, me lembrei que Nick Wirth foi o responsável por desenvolver o projeto dos carros de Fórmula-1 com asas traseiras duplas (veja ilustração acima retirada do mesmo blog), para estimular as ultrapassagens. O projeto acabou não indo além da prancheta, mas foi a primeira tentativa de Mosley recolocar o projetista na categoria.
- As equipes querem mais é ver o circo pegar fogo pois se anunciaram vitoriosas após o fim do racha na Fórmula-1 mas Max Mosley contra-atacou dizendo que tinham cantado vitória cedo demais e que talvez ele ainda pudesse se candidatar à reeleição da entidade. Se esse caso vier à tona com força é o que a FOTA precisa para convencê-lo do contrário.
6/29/2009
The historic dream is over
Até isso...
- Okay... o automobilismo brasileiro vive mesmo uma crise de indentidade. E em meio a uma crise financeira mundial isso é péssimo. Nossas categorias estão longe de ser uma unanimidade de público e mídia.
- Se por um lado a Stock Car agrada algumas pessoas desagrada outras em especial pelo seu regulamento técnico. A GT3 é uma categoria que poderia agradar todos os envolvidos, mas não consegue levar público para seu "raceday" no autódromo de Interlagos e também não consegue lotar seu grid formado por belos, porém caros, carros.
- E agora chegou a vez da "Historic F1 Cars" sofrer com isso. A principal patrocinadora do evento, a Rede Globo, não acreditou que poderia bancar sozinha o evento, em especial em tempos de crise e por isso decidiu cancelar a etapa que aconteceria em Interlagos em agosto. Uma pena sem tamanho.
- Para você que queria ver algumas March, Shadow, Lotus, Ferrari, McLaren que fizeram a história da principal categoria do automobilismo mundial vamos ter de esperar um pouco mais. E pelo motivo apresentado eu não acredito que seja em 2010.
- A informação chegou até mim via Twitter pelo Thiago Raposo, que já a publicou em seu "Café com F1". A informação pode ser confirmada no site oficial (em inglês).
- Okay... o automobilismo brasileiro vive mesmo uma crise de indentidade. E em meio a uma crise financeira mundial isso é péssimo. Nossas categorias estão longe de ser uma unanimidade de público e mídia.
- Se por um lado a Stock Car agrada algumas pessoas desagrada outras em especial pelo seu regulamento técnico. A GT3 é uma categoria que poderia agradar todos os envolvidos, mas não consegue levar público para seu "raceday" no autódromo de Interlagos e também não consegue lotar seu grid formado por belos, porém caros, carros.
- E agora chegou a vez da "Historic F1 Cars" sofrer com isso. A principal patrocinadora do evento, a Rede Globo, não acreditou que poderia bancar sozinha o evento, em especial em tempos de crise e por isso decidiu cancelar a etapa que aconteceria em Interlagos em agosto. Uma pena sem tamanho.
- Para você que queria ver algumas March, Shadow, Lotus, Ferrari, McLaren que fizeram a história da principal categoria do automobilismo mundial vamos ter de esperar um pouco mais. E pelo motivo apresentado eu não acredito que seja em 2010.
- A informação chegou até mim via Twitter pelo Thiago Raposo, que já a publicou em seu "Café com F1". A informação pode ser confirmada no site oficial (em inglês).
6/25/2009
Os times... e os pilotos? 2010 começou!!!
Equipes que disputam o mundial 2010 são anunciadas... e as novas cadeiras?
- Com o fim da guerra entre FOTA e FIA (apesar a recente aparição de Max Mosley divulgando algo próximo do contrário) as equipes que disputarão o próximo mundial foram anunciadas. Como se esperava são 13 times que disputam o campeonato, incluindo as mais novas agregadas, Manor, Campos e USF1.
- Com isso abre-se o mercado também de pilotos para 2010, afinal de contas pelo menos 6 novas vagas seriam abertas na categoria, caso claro, ninguém deixe o certame... e olha que alguns pilotos estão na berlinda. A saber: Barrichello e Trulli podem se aposentar, Bourdais, Buemi e Piquet podem ficar a pé. A possibilidade de todos ficarem sem vaga é remotíssima, mas caso aconteça seriam 11 cadeiras a mais.
- Não são poucos também os pilotos que estão na fila: Bruno Senna, Lucas di Grassi, Pedro de La Rosa, Gary Paffett, Vitantonio Liuzzi, Giorgio Pantano, Narain Karthikeyan e mais alguns americanos que adorariam bicar as vagas da USF1.
- Nota-se porém que apenas 6 pilotos tem suas vagas confirmadas: Massa, Raikkonen, Hamilton, Vettel, Webber e Button. Outros pilotos tem sua vaga praticamente assegurada mas não confirmada e tantos outros mesmo que ainda não tenham local definido para correr não ficarão de fora do mundial.
- Em quem você aposta?
O cenário hoje é este:
Ferrari: Massa e Raikkonen
McLaren: Hamilton e Kovalainen (provável)
BMW: Kubica (provável) Heidfeld (provável)
Renault: (não sabe sequer se continua na F1)
Toyota: Trulli (provável) e Glock (provável)
Toro Rosso: (não está contente com os pilotos)
Red Bull: Vettel e Webber
Williams: Rosberg (provável)
Force India: (não se sabe o futuro, Sutil deve ficar)
Brawn GP: Button e Barrichello (provável)
Campos: (um espanhol estaria garantido)
Manor: (incógnita, um espanhol seria o normal)
US F1: (um americano estaria garantido, dois prováveis)
- Com o fim da guerra entre FOTA e FIA (apesar a recente aparição de Max Mosley divulgando algo próximo do contrário) as equipes que disputarão o próximo mundial foram anunciadas. Como se esperava são 13 times que disputam o campeonato, incluindo as mais novas agregadas, Manor, Campos e USF1.
- Com isso abre-se o mercado também de pilotos para 2010, afinal de contas pelo menos 6 novas vagas seriam abertas na categoria, caso claro, ninguém deixe o certame... e olha que alguns pilotos estão na berlinda. A saber: Barrichello e Trulli podem se aposentar, Bourdais, Buemi e Piquet podem ficar a pé. A possibilidade de todos ficarem sem vaga é remotíssima, mas caso aconteça seriam 11 cadeiras a mais.
- Não são poucos também os pilotos que estão na fila: Bruno Senna, Lucas di Grassi, Pedro de La Rosa, Gary Paffett, Vitantonio Liuzzi, Giorgio Pantano, Narain Karthikeyan e mais alguns americanos que adorariam bicar as vagas da USF1.
- Nota-se porém que apenas 6 pilotos tem suas vagas confirmadas: Massa, Raikkonen, Hamilton, Vettel, Webber e Button. Outros pilotos tem sua vaga praticamente assegurada mas não confirmada e tantos outros mesmo que ainda não tenham local definido para correr não ficarão de fora do mundial.
- Em quem você aposta?
O cenário hoje é este:
Ferrari: Massa e Raikkonen
McLaren: Hamilton e Kovalainen (provável)
BMW: Kubica (provável) Heidfeld (provável)
Renault: (não sabe sequer se continua na F1)
Toyota: Trulli (provável) e Glock (provável)
Toro Rosso: (não está contente com os pilotos)
Red Bull: Vettel e Webber
Williams: Rosberg (provável)
Force India: (não se sabe o futuro, Sutil deve ficar)
Brawn GP: Button e Barrichello (provável)
Campos: (um espanhol estaria garantido)
Manor: (incógnita, um espanhol seria o normal)
US F1: (um americano estaria garantido, dois prováveis)
6/24/2009
Acabou em pizza.... que bom!!!
Pelo menos por um instante esta bela iguaria da culinária ítalo-brasileira não se vê envolta em uma má comparação...

- Já contei a história de como nasceu a expressão "terminou em pizza" aqui no Mundo Veloz. Tem a ver com uma manchete da "Folha de São Paulo" que dizia que uma reunião no Palestra Itália, sim o estádio do Palmeiras, havia acabado com todos os dirigentes do clube unidos em uma pizzaria.
- A partir daí a expressão desta iguaria ítalo-brasileira (com tantos sabores diferentes já se pode dizer que a pizza é brasileira também... ou até mesmo paulista) foi sempre usada de forma a denegrir algum tipo de acontecimento. Ora bolas, não seria ótimo comer uma pizza depois de qualquer tipo de decisão?
- Pois bem, eis que pela primeira vez podemos gritar em alto e bom som que um evento "acabou em pizza" e ainda assim continuarmos felizes pois dessa vez a guerra acabou em pizza para o bem de todos e felicidade geral da nação (outro clichê muito usado, a história do Brasil explica, leia-se "Dia do Fico").
- Sem mais rodeios acabou a guerra entre FIA e FOTA. Não que seja uma grande surpresa, afinal todos esperavam essa decisão, mas foi mais rápido que todos esperavam. Max Mosley sentiu o peso de sair escurraçado da FIA pois a corda estava ficando frágil demais para seu lado e por isso a única possibilidade foi aceitar o que os times lhe impunham e ainda assim concordar em não disputar a reeleição da FIA, por mais que ele já tenha feito isso outras vezes sem cumprir a promesse.
- Aos times só cabe comemorar. O golpe de estado não foi como esperava, terão de esperar até outubro, mas deu certo. Conseguiram tirar Max Mosley do poder, conseguiram se fortalecer perante a entidade que preside o automobilismo mundial e até mesmo à Bernie Ecclestone, que mostrou que não poderia fazer muito na história e por muito pouco não ficou sem o seu brinquedinho, a Fórmula-1.
- Agora nos resta esquecer essa mancha triste na história recente da categoria? Sim e não, afinal de contas ninguém quer ficar pensando nisso e sim no pouco emocionante campeonato que deve ver um piloto levantar a taça péla primeira vez na categoria, como nos dois últimos anos. Mas é bom não esquecermos ess ahistória por completo pois agora as equipes sempre que quiserem o poderão fazer.
- Ferrari, McLaren e montadoras já sabem agora qual é o caminho das pedras. Ameaçam deixar a categoria, anunciam planos de um campeonato paralelo e o mundo, incluindo nós, assiste aos acontecimentos atônitos com medo de nunca mais vermos a Fórmula-1 como ela é. Infelizmente a Fórmula-1 não é mais forte que tudo isso, como eu gostaria de bradar
- Acabou a briga entre FIA e FOTA e espero que demore uns bons anos para que esse cenário se repita. E mais... que os custos sejam sim doiminuidos para os próximos anos pois as idéias de Max Mosley estavam longe de serem ruins.
- Agora façamos o seguinte... me manda uma de calabresa porque esse assunto meu deu fome.

- Já contei a história de como nasceu a expressão "terminou em pizza" aqui no Mundo Veloz. Tem a ver com uma manchete da "Folha de São Paulo" que dizia que uma reunião no Palestra Itália, sim o estádio do Palmeiras, havia acabado com todos os dirigentes do clube unidos em uma pizzaria.
- A partir daí a expressão desta iguaria ítalo-brasileira (com tantos sabores diferentes já se pode dizer que a pizza é brasileira também... ou até mesmo paulista) foi sempre usada de forma a denegrir algum tipo de acontecimento. Ora bolas, não seria ótimo comer uma pizza depois de qualquer tipo de decisão?
- Pois bem, eis que pela primeira vez podemos gritar em alto e bom som que um evento "acabou em pizza" e ainda assim continuarmos felizes pois dessa vez a guerra acabou em pizza para o bem de todos e felicidade geral da nação (outro clichê muito usado, a história do Brasil explica, leia-se "Dia do Fico").
- Sem mais rodeios acabou a guerra entre FIA e FOTA. Não que seja uma grande surpresa, afinal todos esperavam essa decisão, mas foi mais rápido que todos esperavam. Max Mosley sentiu o peso de sair escurraçado da FIA pois a corda estava ficando frágil demais para seu lado e por isso a única possibilidade foi aceitar o que os times lhe impunham e ainda assim concordar em não disputar a reeleição da FIA, por mais que ele já tenha feito isso outras vezes sem cumprir a promesse.
- Aos times só cabe comemorar. O golpe de estado não foi como esperava, terão de esperar até outubro, mas deu certo. Conseguiram tirar Max Mosley do poder, conseguiram se fortalecer perante a entidade que preside o automobilismo mundial e até mesmo à Bernie Ecclestone, que mostrou que não poderia fazer muito na história e por muito pouco não ficou sem o seu brinquedinho, a Fórmula-1.
- Agora nos resta esquecer essa mancha triste na história recente da categoria? Sim e não, afinal de contas ninguém quer ficar pensando nisso e sim no pouco emocionante campeonato que deve ver um piloto levantar a taça péla primeira vez na categoria, como nos dois últimos anos. Mas é bom não esquecermos ess ahistória por completo pois agora as equipes sempre que quiserem o poderão fazer.
- Ferrari, McLaren e montadoras já sabem agora qual é o caminho das pedras. Ameaçam deixar a categoria, anunciam planos de um campeonato paralelo e o mundo, incluindo nós, assiste aos acontecimentos atônitos com medo de nunca mais vermos a Fórmula-1 como ela é. Infelizmente a Fórmula-1 não é mais forte que tudo isso, como eu gostaria de bradar
- Acabou a briga entre FIA e FOTA e espero que demore uns bons anos para que esse cenário se repita. E mais... que os custos sejam sim doiminuidos para os próximos anos pois as idéias de Max Mosley estavam longe de serem ruins.
- Agora façamos o seguinte... me manda uma de calabresa porque esse assunto meu deu fome.
6/23/2009
Da blogosfera nasce a Autosfera
Universo de links facilita navegação nesse rico mundo dos blogs relacionados ao automobilismo...
- Tem muito blog bom de automobilismo por aí. Se você passar os olhos pela minha "blog roll" ao lado vai encontrar muita coisa legal. Mas aí você que gosta de blogs entra aqui no "Mundo Veloz", vê que na última semana não atualizei muito (o que é verdade) mas não tem paciência para seguir os vários outros que gostaria pois isso demanda tempo.
- Como diria aquele clichê de mídia "seus problemas acabaram" pois entrou no ar ontem o excelente projeto "Autosfera", um agregador de conteúdo de blogs relacionados ao assunto que tanto amamos. Acessando www.autosfera.com.br você vai encontrar em uma interface simples os últimos destaques do "Mundo Veloz", do "Velocidade", do "Café com F1", do "F1 Grand Prix", "Blig Groo", "Pezollo", "Continental Circus" e tantos outros excelentes espaços.
- Fora os últimos vídeos de Fórmula-1 no Youtube e últimas postagens com a tag #F1 na nova febre do momento, o Twitter.
- Parabéns à Barbara Franzin que tocou esse projeto com a maior competência... o que por sinal é a mais pura redundância.
- Para entrar em contato com o pessoal mande seu e-mail para autosfera@velocidade.org
- Tem muito blog bom de automobilismo por aí. Se você passar os olhos pela minha "blog roll" ao lado vai encontrar muita coisa legal. Mas aí você que gosta de blogs entra aqui no "Mundo Veloz", vê que na última semana não atualizei muito (o que é verdade) mas não tem paciência para seguir os vários outros que gostaria pois isso demanda tempo.
- Como diria aquele clichê de mídia "seus problemas acabaram" pois entrou no ar ontem o excelente projeto "Autosfera", um agregador de conteúdo de blogs relacionados ao assunto que tanto amamos. Acessando www.autosfera.com.br você vai encontrar em uma interface simples os últimos destaques do "Mundo Veloz", do "Velocidade", do "Café com F1", do "F1 Grand Prix", "Blig Groo", "Pezollo", "Continental Circus" e tantos outros excelentes espaços.
- Fora os últimos vídeos de Fórmula-1 no Youtube e últimas postagens com a tag #F1 na nova febre do momento, o Twitter.
- Parabéns à Barbara Franzin que tocou esse projeto com a maior competência... o que por sinal é a mais pura redundância.
- Para entrar em contato com o pessoal mande seu e-mail para autosfera@velocidade.org
6/19/2009
Todos são culpados
Não adianta agora ninguém querer empurrar a culpa pra cima de outrém...

- Nas relações entre crianças, casais, colegas de trabalho (grupos difíceis de se conduzir), costuma-se dizer a seguinte frase: "quando um não quer, dois não brigam", é preciso ceder. Não que devamos nos deixar envolver simplesmente a qualquer momento por tudo que nos impõem e dizermos "amém" quando nos sentimos prejudicados, mas é assim que as coisas funcionam muitas vezes para que ambos os lados não saiam prejudicados.
- Pois bem, mas agora que a Fórmula-1 rachou é um tal de ver a FOTA dizendo que Max Mosley foi o grande culpado por vários motivos e o presidente da FIA dizer o mesmo da associação das equipes da categoria. Ótimo... isso é uma crítica? Não... afinal de contas todos os lados estão certos.
- A FOTA tem razão em dizer que a FIA foi intransigente, que exagera na tentativa de comandar o campeonato mundial, que tentou sim dividir as equipes que fazer parte do grupo colocando uns contra os outros, etc. Mas por outro lado Max Mosley também é correto ao afirmar que os times foram intransigentes demais, em especial a Ferrari, que sempre teve mais atenção que qualquer outro time enquanto equipe membro da Fórmula-1.
- O que está errado é que ninguém quer assumir a culpa pelo que aconteceu, nem Mosley, nem a FOTA. A impressão é que todos se uniram para definir os rumos da Fórmula-1 à revelia de Bernie Ecclestone, o dono da categoria, e quando viram que havia essa possibilidade cada um tentou trazer a liderança para si.
- Não é de hoje que Max Mosley é combatido e já tentaram de tudo para derrubá-lo de sua cadeira, até mesmo através de notícias de escândalos sexuais, que no fim das contas só dizem respeito ao próprio.
- No ano passado a FOTA foi criada, em meados de setembro para provar que a união dos times poderia trazer benefícios para a categoria e proteção para as equipes, mas nem isso foi capaz de impedir a debandada da Honda e as ameaçãs de Toyota e Renault seguirem pelo mesmo caminho.
- Mosley tem razão quando dizem que as montadoras não podem assumir o controle da categoria pela falta de comprometimento. O que pode fazer BMW, Renault, Toyota, Mercedes e afins se elas nem sequer tem a Fórmula-1 entre suas principais atividades?
- Para essas montadoras se a Fórmula-1 realmente acabar com esse racha nada muda.... elas continuam por lá e mesmo que o campeonato paralelo seja criado e não faça sucesso tudo bem. As vendas de carros não diminuirão, a imagem das empresas não sairá arranhada e muito menos as suas ações nas bolsas de todo o mundo vão cair. A situação é ruim para times como Brawn e Ferrari, que dependem da Fórmula-1 para manter intactas suas imagens.
- A Fórmula-1 é muito importante para nós, fãs, membros da mídia e também para times menores... você já imaginou a Williams sem a Fórmula-1? Não é a toa que a equipe assinou seu compromisso com a FIA, bem como a Force India. Mesmo a Ferrari pode ter dado um tiro em falso pois as declarações de Luca di Montezemolo que seus fãs vão onde a marca for não representam 100% a verdade dos fatos.
- E a Fórmula-1 assim também perde pelos erros de Max Mosley em tentar introduzir à forceps suas idéias. Desde o início do ano quando foi anunciado que o título da temporada seria decidido em favor daquele que tivesse mais vitórias no ano. Alí ele pôde perceber que a vontade dos membros da categoria precisa ser respeitada e agora além de perder marcas importantes para a continuidade da categoria a receita cai drasticamente também com debandada da receita financeira gerada pelos campeonatos.
- E tudo porque faltou humildade de ambas as partes ao assumir que a união das duas correntes é que geraria a equação ideal de idéias para o futuro da categoria. Assunto que por sinal foi discutido em altíssimo nível no início deste ano após a instituição da crise financeira mundial.
- Quem sai prejudicado com isso é Bernie Ecclestone, que até poderia ter sido mais ativos em suas negociações pela paz na Fórmula-1, mas que dessa vez não agiu ativamente para que a crise se instalasse.
- Ainda acredito que os dois lados irão dar as mãos, mas que a discussão não acabará. Todos os envolvidos verão que há algo errado em suas posturas mas tentarão forçar suas idéias como sempre acontecesse. E jogando a culpa para o outro lado.
- Nas relações entre crianças, casais, colegas de trabalho (grupos difíceis de se conduzir), costuma-se dizer a seguinte frase: "quando um não quer, dois não brigam", é preciso ceder. Não que devamos nos deixar envolver simplesmente a qualquer momento por tudo que nos impõem e dizermos "amém" quando nos sentimos prejudicados, mas é assim que as coisas funcionam muitas vezes para que ambos os lados não saiam prejudicados.
- Pois bem, mas agora que a Fórmula-1 rachou é um tal de ver a FOTA dizendo que Max Mosley foi o grande culpado por vários motivos e o presidente da FIA dizer o mesmo da associação das equipes da categoria. Ótimo... isso é uma crítica? Não... afinal de contas todos os lados estão certos.
- A FOTA tem razão em dizer que a FIA foi intransigente, que exagera na tentativa de comandar o campeonato mundial, que tentou sim dividir as equipes que fazer parte do grupo colocando uns contra os outros, etc. Mas por outro lado Max Mosley também é correto ao afirmar que os times foram intransigentes demais, em especial a Ferrari, que sempre teve mais atenção que qualquer outro time enquanto equipe membro da Fórmula-1.
- O que está errado é que ninguém quer assumir a culpa pelo que aconteceu, nem Mosley, nem a FOTA. A impressão é que todos se uniram para definir os rumos da Fórmula-1 à revelia de Bernie Ecclestone, o dono da categoria, e quando viram que havia essa possibilidade cada um tentou trazer a liderança para si.
- Não é de hoje que Max Mosley é combatido e já tentaram de tudo para derrubá-lo de sua cadeira, até mesmo através de notícias de escândalos sexuais, que no fim das contas só dizem respeito ao próprio.
- No ano passado a FOTA foi criada, em meados de setembro para provar que a união dos times poderia trazer benefícios para a categoria e proteção para as equipes, mas nem isso foi capaz de impedir a debandada da Honda e as ameaçãs de Toyota e Renault seguirem pelo mesmo caminho.
- Mosley tem razão quando dizem que as montadoras não podem assumir o controle da categoria pela falta de comprometimento. O que pode fazer BMW, Renault, Toyota, Mercedes e afins se elas nem sequer tem a Fórmula-1 entre suas principais atividades?
- Para essas montadoras se a Fórmula-1 realmente acabar com esse racha nada muda.... elas continuam por lá e mesmo que o campeonato paralelo seja criado e não faça sucesso tudo bem. As vendas de carros não diminuirão, a imagem das empresas não sairá arranhada e muito menos as suas ações nas bolsas de todo o mundo vão cair. A situação é ruim para times como Brawn e Ferrari, que dependem da Fórmula-1 para manter intactas suas imagens.
- A Fórmula-1 é muito importante para nós, fãs, membros da mídia e também para times menores... você já imaginou a Williams sem a Fórmula-1? Não é a toa que a equipe assinou seu compromisso com a FIA, bem como a Force India. Mesmo a Ferrari pode ter dado um tiro em falso pois as declarações de Luca di Montezemolo que seus fãs vão onde a marca for não representam 100% a verdade dos fatos.
- E a Fórmula-1 assim também perde pelos erros de Max Mosley em tentar introduzir à forceps suas idéias. Desde o início do ano quando foi anunciado que o título da temporada seria decidido em favor daquele que tivesse mais vitórias no ano. Alí ele pôde perceber que a vontade dos membros da categoria precisa ser respeitada e agora além de perder marcas importantes para a continuidade da categoria a receita cai drasticamente também com debandada da receita financeira gerada pelos campeonatos.
- E tudo porque faltou humildade de ambas as partes ao assumir que a união das duas correntes é que geraria a equação ideal de idéias para o futuro da categoria. Assunto que por sinal foi discutido em altíssimo nível no início deste ano após a instituição da crise financeira mundial.
- Quem sai prejudicado com isso é Bernie Ecclestone, que até poderia ter sido mais ativos em suas negociações pela paz na Fórmula-1, mas que dessa vez não agiu ativamente para que a crise se instalasse.
- Ainda acredito que os dois lados irão dar as mãos, mas que a discussão não acabará. Todos os envolvidos verão que há algo errado em suas posturas mas tentarão forçar suas idéias como sempre acontecesse. E jogando a culpa para o outro lado.
6/18/2009
Inglaterra não... Grã-Bretanha
Para a Fórmula-1 a Inglaterra, onde categoria nasceu, não existe...
- Muitas pessoas tem o costume de cometer um pequeno erro. Anunciar todos os anos o "Grande Prêmio da Inglaterra". Mas para a Fórmula-1, além do país não constar da lista de nacionalidades, não existe também um GP com esse nome. A federação local de automobilismo é a britânica, que engloba pilotos, circuitos e equipes de Inglaterra, Escócia, Irlanda e País de Gales, o Reino Unido. Pois bem, a prova do próximo final de semana porém é o Grande Prêmio da "Grã-Bretanha".
- Não que ingleses torçam para escoceses e vice-versa, mas é assim que as coisas são. Não fosse isso e inclusive o Brasil seria o país com o maior número de títulos na categoria, com 8 conquistas, empatados com a Inglaterra.
- Sim, caso a categoria contasse os títulos de países e não de federações, o Brasil teria os 2 títulos de Emerson e mais os 3 de Senna e Piquet aos 2 de Graham Hill, 1 de seu filho Damon, 1 de Mike Hawthorn, outro de John Surtees, de James Hunt, de Nigel Mansell e de Lewis Hamilton no ano passado. Teriamos mais um chegando para Jenson Button? Jim Clark e Jackie Stewart transfeririam seus títulos para a Escócia. A Alemanha viria na sequência com os sete títulos de Michael Schumacher.
- Não que isso faça uma grande diferença, mas vale lembrar que "Grande Prêmio da Inglaterra" não existe. Apenas o "British GP".
Confira a lista:
Brasil:
1972 - Emerson Fittipaldi
1974 - Emerson Fittipaldi
1981 - Nelson Piquet
1983 - Nelson Piquet
1987 - Nelson Piquet
1988 - Ayrton Senna
1990 - Ayrton Senna
1991 - Ayrton Senna
Inglaterra:
1958 - Mike Hawthorn
1962 - Graham Hill
1964 - John Surtees
1968 - Graham Hill
1976 - James Hunt
1992 - Nigel Mansell
1996 - Damon Hill
2008 - Lewis Hamilton
Escócia:
1963 - Jim Clark
1965 - Jim Clark
1969 - Jackie Stewart
1971 - Jackie Stewart
1973 - Jackie Stewart
- Muitas pessoas tem o costume de cometer um pequeno erro. Anunciar todos os anos o "Grande Prêmio da Inglaterra". Mas para a Fórmula-1, além do país não constar da lista de nacionalidades, não existe também um GP com esse nome. A federação local de automobilismo é a britânica, que engloba pilotos, circuitos e equipes de Inglaterra, Escócia, Irlanda e País de Gales, o Reino Unido. Pois bem, a prova do próximo final de semana porém é o Grande Prêmio da "Grã-Bretanha".
- Não que ingleses torçam para escoceses e vice-versa, mas é assim que as coisas são. Não fosse isso e inclusive o Brasil seria o país com o maior número de títulos na categoria, com 8 conquistas, empatados com a Inglaterra.
- Sim, caso a categoria contasse os títulos de países e não de federações, o Brasil teria os 2 títulos de Emerson e mais os 3 de Senna e Piquet aos 2 de Graham Hill, 1 de seu filho Damon, 1 de Mike Hawthorn, outro de John Surtees, de James Hunt, de Nigel Mansell e de Lewis Hamilton no ano passado. Teriamos mais um chegando para Jenson Button? Jim Clark e Jackie Stewart transfeririam seus títulos para a Escócia. A Alemanha viria na sequência com os sete títulos de Michael Schumacher.
- Não que isso faça uma grande diferença, mas vale lembrar que "Grande Prêmio da Inglaterra" não existe. Apenas o "British GP".
Confira a lista:
Brasil:
1972 - Emerson Fittipaldi
1974 - Emerson Fittipaldi
1981 - Nelson Piquet
1983 - Nelson Piquet
1987 - Nelson Piquet
1988 - Ayrton Senna
1990 - Ayrton Senna
1991 - Ayrton Senna
Inglaterra:
1958 - Mike Hawthorn
1962 - Graham Hill
1964 - John Surtees
1968 - Graham Hill
1976 - James Hunt
1992 - Nigel Mansell
1996 - Damon Hill
2008 - Lewis Hamilton
Escócia:
1963 - Jim Clark
1965 - Jim Clark
1969 - Jackie Stewart
1971 - Jackie Stewart
1973 - Jackie Stewart
6/15/2009
Dias de Livina no QRX
Sexta feira foi um bom dia de Livina em Interlagos...
- Sexta feira, antepenúltimo dia do Quatro Rodas Experience e o blogueiro Cris Dias, responsável pelo excelente "Dias de Livina" (sério, dêem uma olhadinha) convidou a mim e também à Glauco Augusto do "Autocustom", Ricardo Moriel do "Notícias Automotivas" e ao Eduardo Hoffmann do "Motor SA" para irmos ao evento no novo "Nissan Livina", uma bela Minivan.
- Foi um dia muito agradável onde estivemos em companhia de ótimas pessoas e, claro, como abelhudos que somos, aproveitamos para dirigir o carrinho... que de "inho" não tem nada. Gostei muito, valeu Cris!!!
- Não vou falar muito sobre como foi a visita pois excelente vídeo que o "Cris Dias" disponibilou acima, e que pode ser encontrado no "Dias de Livina" fala muito mais pdo que minhas palavras.
- Sexta feira, antepenúltimo dia do Quatro Rodas Experience e o blogueiro Cris Dias, responsável pelo excelente "Dias de Livina" (sério, dêem uma olhadinha) convidou a mim e também à Glauco Augusto do "Autocustom", Ricardo Moriel do "Notícias Automotivas" e ao Eduardo Hoffmann do "Motor SA" para irmos ao evento no novo "Nissan Livina", uma bela Minivan.
- Foi um dia muito agradável onde estivemos em companhia de ótimas pessoas e, claro, como abelhudos que somos, aproveitamos para dirigir o carrinho... que de "inho" não tem nada. Gostei muito, valeu Cris!!!
- Não vou falar muito sobre como foi a visita pois excelente vídeo que o "Cris Dias" disponibilou acima, e que pode ser encontrado no "Dias de Livina" fala muito mais pdo que minhas palavras.
QRX 2009 - Fiat Punto T-Jet
Ainda potente, e com uma brasilidade a mais no câmbio...

- No ano passado, quem pôde acompanhar os testes do "Mundo Veloz" no Quatro Rodas Experience viu que o carro que mais me empolgou foi o Punto Turbo que estava disponível no evento. Pois bem, meses se passaram e o carro enfim deixou de ser protótipo e se transformou no novo lançamento da montadora, o "Punto T-Jet", 1.4 turbinado que tanto me encantou em 2008.
- Se no ano passado eu fui para o teste sem muito esperar, em 2009 eu fui esperando demais do carro, e talvez esse detalhe tenha sido um problema. Claro, o carro continua lindo e extremamente confortável, de ergonomia invejável para um modelo do seu tamanho.
- Não, o carro não é ruim. Continua o mesmo leão de 2008, embora dessa vez não tenha podido passar dos 120Km/h. A estabilidade também é um ponto forte pois o carro responde muito bem a qualquer comando da direção. A turbina continua compensando a potência de um motor 1.4.
- Um dos elogios feito ao carro no ano passado foi a maciez do câmbio. Não gosto muito dos modelos da Fiat mas o turbo de 2008 me colocou em posição de desfazer essa impressão. Ledo engano, fiquei com a impressão que foi só o carro chegar ao Brasil para que o câmbio "endurecesse" como de costume. Deve ser cultural, mas na cidade isso desgasta.
- Com relação ao test drive em si fica um pouco mais complicado me aprofundar pois não pude passar de 120km/h. Para se ter uma idéia o instrutor me solicitou que fizesse uma volta inteira em 4ª marcha. Sim, em uma mesma marcha a turbina segura tudo. Conforto de carro automático para se dirigir bem na estrada.
- É um belo carro, sem dúvida.
Conforto: 7
Estabilidade: 8,5
Potência: 9
Média: 8,1

- No ano passado, quem pôde acompanhar os testes do "Mundo Veloz" no Quatro Rodas Experience viu que o carro que mais me empolgou foi o Punto Turbo que estava disponível no evento. Pois bem, meses se passaram e o carro enfim deixou de ser protótipo e se transformou no novo lançamento da montadora, o "Punto T-Jet", 1.4 turbinado que tanto me encantou em 2008.
- Se no ano passado eu fui para o teste sem muito esperar, em 2009 eu fui esperando demais do carro, e talvez esse detalhe tenha sido um problema. Claro, o carro continua lindo e extremamente confortável, de ergonomia invejável para um modelo do seu tamanho.
- Não, o carro não é ruim. Continua o mesmo leão de 2008, embora dessa vez não tenha podido passar dos 120Km/h. A estabilidade também é um ponto forte pois o carro responde muito bem a qualquer comando da direção. A turbina continua compensando a potência de um motor 1.4.
- Um dos elogios feito ao carro no ano passado foi a maciez do câmbio. Não gosto muito dos modelos da Fiat mas o turbo de 2008 me colocou em posição de desfazer essa impressão. Ledo engano, fiquei com a impressão que foi só o carro chegar ao Brasil para que o câmbio "endurecesse" como de costume. Deve ser cultural, mas na cidade isso desgasta.
- Com relação ao test drive em si fica um pouco mais complicado me aprofundar pois não pude passar de 120km/h. Para se ter uma idéia o instrutor me solicitou que fizesse uma volta inteira em 4ª marcha. Sim, em uma mesma marcha a turbina segura tudo. Conforto de carro automático para se dirigir bem na estrada.
- É um belo carro, sem dúvida.
Conforto: 7
Estabilidade: 8,5
Potência: 9
Média: 8,1
QRX 2009 - Volkswagen Tiguan
Grande, leve e potente... mesmo quando escorrega...

- Hoje começo com as minhas impressões sobre os modelos que dirigi em Interlagos na edição 2009 do Quatro Rodas Experience. Foram 3 no circuito e mais um na pista "Off Road" desenhada nas dependências internas do autódromo. A Tiguan foi o carro dirigido por mim nas duas pistas e é por ela que começo.
- Foi o primeiro teste do dia. Carro grande sempre me deixa um pouco arredio por gostar dos campactos, em especial pela ergonomia dos modelos menores. Pode-se dizer que a Tiguan tem ergonomia de carro pequeno, no bom sentido é claro. A confortável posição dentro do carro tem como companhia o fácil acesso a todos os controles do veículo.
- Não consigo também não reclamar quando vou dirigir um carro com câmbio automático. Simplesmente não gosto, prefiro saber que ao pisar no acelerador o carro responderá ao meu modo, por estar posicionado na minha marcha de preferência. De qualquer forma, dirigir uma Tiguan em Interlagos (que exige aceleração) no modo esportivo é interessante, é o famoso "Ponto S" do câmbio. Na saída do "Pinheirinho" ouvi do instrutor o pedido para pisar de leve no acelerador e na sequência também fui chamado atenção em tom de brincadeira: "eu disse para pisar de leve". É, esse carro responde.
- São 200 cv de potência em um carro com 1622kg. Um carro grande, leve e sensível à pilotagem sob diversos aspectos.
- Se por um lado ele sobe o trecho que compreende a "Curva da Junção" até o "Café" alcançando facilmente os 160Km/h em um despejo surpreendente de potência, por outro a estabilidade em curvas as vezes fica um pouco comprometida. O carro tende a balançar ao mínimo exagero de pilotagem, em especial na saída de trechos sinuosos que exigem aceleração.
- De qualquer forma a impressão do carro é muito boa e a direção soa confortável no modo de "marcha normal", o "Ponto D". Um belo carro.
Off Road:
- A mesma potência do carro pôde ser observada por mim no circuito "Of Road". Andando em trechos extremamente acidentados pude julgar como excelente a suspensão da Tiguan, que em momento nenhum ameaçou sair do controle ou sequer me colocou em posição incômoda na direção.
- Os trechos de forte aclive mais uma vez me permitiram comprovar a qualidade do motor de 200 cv que equipa o carro. O mesmo aconteceu no lamaçal a qual somos levados, onde a força da Tiguan a impede de atolar.
Conforto: 9
Potência: 8
Estabilidade: 6
Média: 7,6

- Hoje começo com as minhas impressões sobre os modelos que dirigi em Interlagos na edição 2009 do Quatro Rodas Experience. Foram 3 no circuito e mais um na pista "Off Road" desenhada nas dependências internas do autódromo. A Tiguan foi o carro dirigido por mim nas duas pistas e é por ela que começo.
- Foi o primeiro teste do dia. Carro grande sempre me deixa um pouco arredio por gostar dos campactos, em especial pela ergonomia dos modelos menores. Pode-se dizer que a Tiguan tem ergonomia de carro pequeno, no bom sentido é claro. A confortável posição dentro do carro tem como companhia o fácil acesso a todos os controles do veículo.
- Não consigo também não reclamar quando vou dirigir um carro com câmbio automático. Simplesmente não gosto, prefiro saber que ao pisar no acelerador o carro responderá ao meu modo, por estar posicionado na minha marcha de preferência. De qualquer forma, dirigir uma Tiguan em Interlagos (que exige aceleração) no modo esportivo é interessante, é o famoso "Ponto S" do câmbio. Na saída do "Pinheirinho" ouvi do instrutor o pedido para pisar de leve no acelerador e na sequência também fui chamado atenção em tom de brincadeira: "eu disse para pisar de leve". É, esse carro responde.
- São 200 cv de potência em um carro com 1622kg. Um carro grande, leve e sensível à pilotagem sob diversos aspectos.
- Se por um lado ele sobe o trecho que compreende a "Curva da Junção" até o "Café" alcançando facilmente os 160Km/h em um despejo surpreendente de potência, por outro a estabilidade em curvas as vezes fica um pouco comprometida. O carro tende a balançar ao mínimo exagero de pilotagem, em especial na saída de trechos sinuosos que exigem aceleração.
- De qualquer forma a impressão do carro é muito boa e a direção soa confortável no modo de "marcha normal", o "Ponto D". Um belo carro.
Off Road:
- A mesma potência do carro pôde ser observada por mim no circuito "Of Road". Andando em trechos extremamente acidentados pude julgar como excelente a suspensão da Tiguan, que em momento nenhum ameaçou sair do controle ou sequer me colocou em posição incômoda na direção.
- Os trechos de forte aclive mais uma vez me permitiram comprovar a qualidade do motor de 200 cv que equipa o carro. O mesmo aconteceu no lamaçal a qual somos levados, onde a força da Tiguan a impede de atolar.
Conforto: 9
Potência: 8
Estabilidade: 6
Média: 7,6
Conheça Campos, Manor e USF1
Um resumo da história das 3 novas equipes da Fórmula-1...
- Na última sexta feira a FIA anunciou quais são as 3 novas equipes da Fórmula-1. O anúncio acabou sendo deixado levemente de lado pela mídia após protesto de Ferrari, Red Bull e Toro Rosso, que afirmam não terem feito inscrição definitiva para a próxima temporada.
- Enfim, aqui nesse link da "F1 Mania" você pode ler um pouco sobre as três equipe, a Campos, a Manor e a USF1, que ainda pode ter seu nome alterado para USGPE. Um detalhe sinistro sobre Campos e USF1 é que ambas tendem a contratar pilotos de seus países de origem, a primeira com os espanhóis e a segunda com americanos.
- Com isso o universo de vagas, que esperava-se ia aumentar, cai para apenas duas novas cadeiras.
Campos Grand Prix
Manor F1 Team
Team US F1
- Na última sexta feira a FIA anunciou quais são as 3 novas equipes da Fórmula-1. O anúncio acabou sendo deixado levemente de lado pela mídia após protesto de Ferrari, Red Bull e Toro Rosso, que afirmam não terem feito inscrição definitiva para a próxima temporada.
- Enfim, aqui nesse link da "F1 Mania" você pode ler um pouco sobre as três equipe, a Campos, a Manor e a USF1, que ainda pode ter seu nome alterado para USGPE. Um detalhe sinistro sobre Campos e USF1 é que ambas tendem a contratar pilotos de seus países de origem, a primeira com os espanhóis e a segunda com americanos.
- Com isso o universo de vagas, que esperava-se ia aumentar, cai para apenas duas novas cadeiras.
Campos Grand Prix
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