- Acima ingo Hoffmann sai do carro de 2009. Ele foi convidado apenas para dar algumas voltas com o novo carro. Ele não sabia de nada, mas quando ele voltou para os boxes estava envolto em uma capa preta o carro que ele usou na temporada de 1980, quando conquistou seu primeiro título. Emocionado e surpreso ele teve o primeiro contato visual com o carro que foi restaurado por Guto Kaesemodel, o pai de Lico.
12/06/2008
O novo e o velho
- Acima ingo Hoffmann sai do carro de 2009. Ele foi convidado apenas para dar algumas voltas com o novo carro. Ele não sabia de nada, mas quando ele voltou para os boxes estava envolto em uma capa preta o carro que ele usou na temporada de 1980, quando conquistou seu primeiro título. Emocionado e surpreso ele teve o primeiro contato visual com o carro que foi restaurado por Guto Kaesemodel, o pai de Lico.
Pra que time torce o dono deste capô?
Em que ano estamos?
E tem Stock no fim de semana

- Ingo Hoffmann se despede da Stock Car este final de semana. Para ele parou. Todas as homenagens serão completamente justas.
- É decisão em Interlagos.
- Decisão em Brasília na Truck.
- Decisão em Brasília e em Porto Alegre também. Do Brasileirão. São Paulo de um lado favorito e o Grêmio azarão do outro. Não, eu não esqueço.
- Acompanhe tudo sobre a Stock Car no "F1 Mania" e os bastidores aqui neste espaço.
12/05/2008
A culpa é dos números
- Ninguém investe em nada por brincadeira. Todo mundo que realiza qualquer tipo de investimento nos dias de hoje o faz pensando em retorno. Financeiro, é claro. Manipulam-se os números sempre da forma como se deseja, seja a favor ou contra.
- Quando se investe na Fórmula-1 os números são usados de forma favorável. "Gastamos mais de 400 milhões por ano porque podemos, porque nossa equipe é forte e nem sequer precisamos de patrocinadores, nossas campanhas ecológicas justificam esse investimento necessário no futuro de nosso planeta e em prol do esporte a motor". É assim que se diz, tudo muito bonito e convincente. Sim, eu me convenço sempre que alguém faz uso desse tipo de discurso.
- Agora, os números são usados de forma completamente desfavorável para justificar o fim do investimento. "Nossas vendas nos EUA caíram 27%, isso derrubou nossas ações na bolsa mais de 5% e por isso teremos de reavaliar nossa participação na Fórmula-1".
- Ué... cadê a equipe forte, que nem sequer precisava de patrocinadores? Cadê as campanhas ecológicas tão necessárias para o futuro de nosso planeta? Cadê a importância do investimento no esporte a motor? Ah, esqueci, não se tem mais dinheiro, os números são completamente desfavoráveis nesse momento. E por que se ignora tanto o fato de que os homens é que geraram essa crise? Até mesmo na Fórmula-1, onde também resolveram inflacionar a categoria tornando-a pouco sustentável e de difícil entrada para aqueles que tanto desejam competir na principal categoria do automobilismo mundial...
- A Honda jogou dinheiro fora esses anos todos e a culpa é dos números... sei...
E agora?
- Por enquanto nada se fala em ausência da montadora nos EUA, porém de se fala em venda do setor de desenvolvimento de motores da montadora japonesa, que talvez leve juntos os motores usados nos EUA;
- E se isso não acontecer é mais uma vez sinal de que o investimento na Fórmula-1 foi um luxo desnecessário, um tiro n´água... e a culpa ainda é dos números?
- A Honda vem há alguns anos fazendo os melhores carros do mundo, o Fit e o Civic são bons exemplos, os melhores de suas devidas categorias. Com o corte no setor de competições (de onde saem todas as grandes idéias), o que será da própria montadora a partir de agora?
- Não vou perguntar, vou chutar: Barrichello teria chance de continuar na equipe caso ela seja vendida, Ross Brawn estaria mais forte do que nunca caso consiga mesmo os motores Ferrari e é desejo do dirigente continuar podendo contar com o brasileiro na equipe. Bruno Senna não sei, mas levaria bons patrocinadores para o time;
- Jenson Button, esse sim, é melhor começar a se coçar atrás de bons patrocinadores (bons mesmo), caso contrário pode dar adeus à Fórmula-1 já que não conseguiria emprego em mais nenhum lugar. A última imagem que se tem do inglês é a péssima temporada de 2008;
- A Petrobras pode continuar no time caso os brasileiros estejam por lá, mas o investimento em mídia seria bem menor já que seria queimar o próprio filme divulgar que é fornecedora oficial de gasolina de um espólio. Prepare-se para comerciais informando apenas que a petrolífera está há 11 anos na Fórmula-1;
- E a Toro Rosso, hein? Dietrich Mateschitz comprou a parte de Gherard Berger para vender a equipe mais facilmente e agora encontrará uma rival à altura já que a estrutura da Honda é melhor que a equipe B da Red Bull e o preço deve ser bem menor também.
12/04/2008
Ela está chegando...
- É a crise. Ela pode fazer sua mais nova vítima esta madrugada. Nâo vou especular acerca da situação da Honda enquanto não sair um anúncio oficial, até mesmo porque é certo que neste momento tem alguém trabalhando forte para manter a montadora na categoria, fato apurado por mim nos últimos instantes, ou seja, muita calma nessa hora.
- De qualquer forma o momento é negro!!!
- Acompanhe os próximos desdobramentos.
12/03/2008
Red Bull e Sky

- Com o novo carro da Stock Car, a Red Bull Racing seria a equipe com layout mais parecido com um carro da Red Bull, os famosos Audi. Porém, hoje foi anunciada a parceria entre a empresa de energéticos e a Sky. O layout muda bastante e com o tom de vermelho da TV por assinatura (que pouco combina com a Red Bull), deixa de ser uma equipe com áres de DTM. Normal, são coisas do mundo dos negócios. Dividindo o investimento e multiplicando o retorno.
- O que mais me chama atenção é que a Red Bull tem uma equipe hoje, mas se junta à Andreas Mattheis e deixa Amir Nasr sem patrocínio. A Sky Racing também tem equipe própria e, se juntando à Mattheis e à Red Bull deixa um dos times de Paulo de Tarso sem patrocínio principal.
- Com a iminente saída do Terra da competição (que também deixa de mãos abanando a equipe de Avallone) o que será da categoria em 2009? Logo agora quando todos os times terão de investir no novo carro...
O dilema Honda

- Já virou novela a escolha do segundo piloto da Honda. O primeiro parece definido, Jenson Button é o nome, mesmo sem ter acertado nada com o time. Lucas di Grassi e Bruno Senna fizeram após o final da temporada um vestibular que, ao que tudo indica, foi vencido pelo sobrinho do tricampeão mundial de Fórmula-1.
- Jenson Button foi usado de parâmetro para avaliar o potencial dos dois. Um piloto experiente e que serviria de exemplo para que o time analisasse se Lucas e Bruno realmente tiveram a capacidade de andar forte. Sem um carro em mesmas condições e algumas reclamações depois, di Grassi foi descartado.
- Agora Ross Brawn não parece certo de que Button tenha sido um bom "coelho" para Senna e resolveu chamar Rubens Barrichello das profundezas do oceano para também servir-lhe de parâmetro. Ele quer analisar as voltas de Senna no próximo teste conforme as voltas de Rubens.
- Estranho esse critério. Se Rubens Barrichello é melhor que Jenson Button e Bruno Senna já é praticamente o escolhido o ideal não seria a dupla Bruno Senna e Rubens Barrichello? O que a Honda quer com um piloto que ela mesma julgou lento e que assume nas entrelinhas não ter o mesmo potencial para desenvolver o carro que Barrichello? Temos então um piloto praticamente confirmado porém desvalorizado e um quase fora, porémvalorizado.
- Ao mesmo tempo que é difícil imaginar uma dupla de equipe formada por dois brasileiros, podemos pensar que a nacionalidade dos pilotos também não pode ser impedimento, a não ser que haja algum tipo de acordo comercial, completamente aceitável por sinal.
- O status então parece ser o seguinte
- Bruno Senna - quase certo;
- Jenson Button - quase certo, porém desvalorizado;
- Lucas di Grassi - fora;
- Rubens Barrichello - quase fora, porém valorizado.
- Acompanhe também o nosso MERCADO DE PILOTOS.
12/02/2008
Diário de bordo
- O "Diário de Bordo" é a sessão do "Mundo Veloz" que conta as experiências da equipe F1 Mania em suas viagens para cobertura de eventos "in loco" ligados ao automobilismo. E aqui neste post você confere todas as edições da coluna.
Diário de Bordo:
Diário I - Curitiba
Diário II - Curitiba
Diário III - Curitiba
Diário IV - Florianópolis - A Viagem e o Clima
Diário V - Florianópolis - O Schumacher da Nascar
Diário VI - Florianópolis - Toques, Polêmicas e Volta pra Casa
Diario de Bordo VI - Florianópolis
Chegou o domingo, dia da realização da prova. Enfim, era a hora do "Desafio das Estrelas". O "warm up" abriu a programação, que prometia ser quente. E não era um treino qualquer, pois após a qualificação, sortearam novamente todos os motores. Cada um tinha nas mãos um motor novo e precisavam fazer os melhores ajustes. Coube à Thiago Camilo fazer o melhor tempo.
A primeira bateria foi emocionante, ainda mais depois que algumas gotas começaram a cair. Schumacher foi a primeira vítima da pista molhada e rodou bem a frente de Barrichello. O brasileiro nada pôde fazer para evitar o choque! Na sala de imprensa, houve uma vibração geral.
A segunda prova foi marcada pelo excesso de agressividade dos pilotos, o que acabou gerando um bafafá danado após a prova. Barrichello saiu reclamando de Lucas Di Grassi e Michael Schumacher. O alemão, que até então estava evitando as entrevistas, parou para falar com os repórteres e ao ser comunicado sobre as queixas do brasileiro, soltou a frase: "Rubens always complain! When win and when no win" (Rubens sempre reclama. Quando vence e quando não vence).
Algo curioso desta entrevista com o alemão foi o começo dela. Houve uma aglomeração de repórteres e como de praxe a primeira pergunta foi "How was the race?". Schummi, extremamente curto, pegou todos de surpresa: "Good! Interesting!". Dezenas de repórteres ficaram olhando um para a cara do outro, esperando que alguém perguntasse algo, e o alemão, parado na frente de todos, indagou: "No one more speaks english here?". A sorte é que o Márcio, assessor do evento, estava por perto e emendou algumas perguntas!
Durante a coletiva, foi a vez de Lucas e Rubens discutirem a relação, com Di Grassi jurando de pé junto que não fez nada de propósito, e Barrichello, num tom irônico, dizendo que apesar de não achar, que acredita no Lucas.
Após tudo isto, foi a hora de pegar o carro e voltar para casa com duas horas de congestionamento e oito de viagem entre Floripa e Campinas.
Thiago Raposo cobriu o "Desafio das Estrelas" pelo "F1 Mania", do qual este blog faz parte. Thiago também comanda o blog Café com F1. A sessão "Diário de Bordo" conta a experiência de nossos membros em viagens para cobertura de eventos relacionados ao automobilismo para que você saiba em detalhes como é cobrir um evento "in loco".
11/30/2008
Roadshow - São Paulo
- Sem muitas palavras, veja algumas imagens do Renault Roadshow. Algumas mesmo, das acrobacias, dos Mégane, Renault Toons e um pouquinho de Fórmula-1. Um pouquinho mesmo, no final do vídeo, não foi possível captar mais imagens.
- Nos próximos dias postarei também algumas fotos do evento.
11/29/2008
Diario de Bordo V - Florianópolis
Hoje foi o dia dos pilotos irem para a pista pela primeira vez. O dia começou com uma chuva muito forte, que dava a impressão de que não mais passaria. Engano meu! Com a mesma força que caiu, ela se foi.
Se ontem foi o dia do alemão brilhar, os holofotes hoje viraram para Jeff Gordon, o Schumacher da Nascar. O piloto foi quatro vezes campeão da principal categoria do automobilismo norte-americano.
Entretanto o piloto pareceu não se adaptar aos carrinhos e esteve sempre no pelotão de trás.
Por falar em estrelas estrangeiras, o italiano Luca Badoer também chegou hoje, mas de longe não tem o mesmo carisma de Gordon. Até parecia que a estrela era ele e não o '26'.
Thiago Raposo
Thiago Raposo está cobrindo o "Desafio das Estrelas" pelo o"F1 Mania", do qual este blog faz parte. Thiago também comanda o blog Café com F1. A sessão "Diário de Bordo" conta experiência de nossos membros em viagens para cobertura de eventos relacionados ao automobilismo para que você saiba em detalhes como é cobrir um evento "in loco".Roadshow deixa São Paulo mais bela
- Seguindo com a campanha "São Paulo, a capital nacional do esporte", o Roadshow se apresentou hoje para o público. A presença de um surpreendentemente falante Nelsinho Piquet gerou uma bela entrevista coletiva aos presentes. Acompanhe mais sobre isso no F1 Mania.
- O secretário de esportes da cidade mais uma vez esteve presente (não aguento mais encontrá-lo nesses eventos desde que ele pediu para dar entrevista ao CQC) e chamou as atenções para si no melhor estilo político, agradando todo mundo e tecendo elogios ao que a prefeitura realizou para que o evento pudesse ser realizado. Sim, aplicou a lei Cidade Limpa escondendo a marca da empresa que está divulgando o nome da cidade para o mundo, recapeou aquele trecho da Pedro Álvares Cabral de cerca de 1 quilometro mas manteve o restante com um dos piores asfaltos da cidade. E ainda falou, falou, falou... se tornando o lado negativo do dia.
- De belo tivemos a exposição de vários carros de competição (destaque para os F1 e Mégane Trophy), motor da Renault cantando "parabéns à você" e a bela passarela (que metia medo por ser muito alta e balançar demais).
- Amanhã tem mais...
11/28/2008
Diario de Bordo IV - Florianópolis

Florianópolis (Praia dos Ingleses): Olá amigos do Mundo Veloz. Estou aqui em Floripa para acompanhar o Desafio das Estrelas, organizado pelo brasileiro Felipe Massa. Tudo começou ontem, quando parti de Campinas por volta das 21:00. Devido a situação caótica em que o estado de Santa Catarina se encontra, achei mais prudente antecipar a viagem.
Muita chuva no caminho, o que ia de certa forma criando uma expectativa desfavorável para o destino. Resolvi parar em Curitiba para dormir, mas infelizmente não encontrei nenhum Motel pelo caminho e como não queria pagar a diária de um hotel, pois seriam apenas algumas horas de sono, toquei direto até Joinvile, onde dormi duas horas e meia.
Continuando a viagem durante o dia, fui vendo os sinais da chuva por onde passava. Também fui sintonizando as rádios locais para saber mais notícias da chuva, que insistia em continuar caindo. Para minha surpresa (e alegria), quando cheguei em Floripa, o Sol brilhava lindo no céu.
Acabo de chegar do almoço, no restaurante Docas (maravilhosa "sequência de camarão") e escutei do garçom que nos servia que os pilotos reservaram o local para eles hoje a noite. Não sei se é verdade, estou apenas transmitindo o que escutei, mas se alguém quiser arriscar (e estiver pela cidade) ficar por perto para tentar ver os ídolos, o restaurante fica na praia dos ingleses.
Por falar na praia, a foto acima é de uma rocha caída no principal acesso a praia. Existe um desvio, mas o congestionamento é enorme. É isto pessoal, volto a qualquer momento com mais histórias do desafio.
Thiago Raposo
Thiago Raposo está cobrindo o "Desafio das Estrelas" pelo o"F1 Mania", do qual este blog faz parte. Thiago também comanda o blog Café com F1. A sessão "Diário de Bordo" conta experiência de nossos membros em viagens para cobertura de eventos relacionados ao automobilismo para que você saiba em detalhes como é cobrir um evento "in loco".
Diário de Bordo - A volta
- Este final de semana teremos a realização do quart "Desafio Internacional das Estrelas", a prova de kart organizada por Felipe Massa. O F1 Mania estará lá, com Thiago Raposo, que também comanda o "Café com F1". Você acompanha aqui no "Mundo Veloz" a volta da coluna "Diário de Bordo", que acompanha os integrantes do site em suas viagens por aí.
11/26/2008
F1 Technical

- A F1 Mania está realizando em parceria com a Around Research uma pesquisa que tem como objetivo conhecer as carências do público brasileiro interessado em automobilismo. A intenção é poder proporcionar informação de qualidade, algo que o site já realiza, com interesses em comum.
- A pesquisa ainda não terminou, mas já se sabe que a grande carência do público brasileiro é uma quantidade maior de informações puramente técnicas sobre automobilismo e com qualidade. Para isso, a F1 Mania fechou uma parceria com o site "F1 Technical", uma das referências mundiais no assunto.
- A parceria abriu a sessão "F1 Technical", com artigos em português. Para acessar é só clicar AQUI. O momento não poderia ser o mais oportuno pois a Fórmula-1 está vivendo uma série de mudanças.
- Para acessar o "F1 Technical" clique AQUI.
- Para participar da pesquisa de opinião, clique AQUI.
11/24/2008
É domingo... Roadshow!!!
- Avenida Pedro Álvares Cabral, em frente ao Parque do Ibirapuera, do prédio da Bienal até o monumento às bandeiras, o famoso "deixa que eu empurro". Nelsinho Piquet pilotará um carro da Renault de Fórmula-1 naquele que é um dos maiores eventos de automobilismo aberto ao público em todo o mundo. E chegou a vez do Brasil... de São Paulo.
- Além disso teremos shows de arrancada, desfile de carros antigos, vários outros carros de competição da Renault (espero ansiosamente pelo Mégane), etc. Será no próximo domingo, as 8 da matina, se você é de São Paulo deve conferir.
- Aumente sua expectativa com o vídeo acima.
11/22/2008
Sujeira e borracha
- Fabio Seixas bem observou em seu blog, neste post. A largura dos bicos já foi criticada por Robert Kubica não só por sua feiura como também pelo maior risco dos carros se tocarem, em especial nas largadas. É... isso deve acontecer... e com os bicos ultrapassando o espaço dos pneus todos podem ir preparando os macacos pois um toque nesse bico vai furar qualquer slick.
11/18/2008
Vestibular
- Os dois estão fazendo seus testes aparentemente com calma, mas há no ar uma atmosfera pesada. Não é para menos, ambos concorrem à nada mais, nada menos que uma vaga na Fórmula-1.
- Os dois tiveram as mesmas chances para mostrar serviço em Barcelona, nos dias em que a Fórmula-1, ainda de ressaca, mostrou ao mundo a sua nova cara, que não é lá tão bonita. Milésimos para cá, milésimos para lá e na verdade os dois acabaram por apresentar um ritmo muito parecido entre si.
- Ao contrário do que se chegou a comentar por aí, mesmo quando um dos dois apresentou tempos de voltas bem abaixo do outro, não chegou a fazer disso uma vantagem pela vaga. Não será só o tempo que ambos apresentarem em pista que irá decidir quem leva.
- Em primeiro lugar todos irão analisar o quanto os dois se sentiram a vontade no carro. Não é por menos que, por exemplo, Senna esteja falando para quem quiser ouvir que o carro é uma maravilha e que não sentiu dificuldade alguma. Di Grassi provavelmente esteja investigando no "feedback" recolhido de suas investidas na pista, algo que aprendeu a fazer, e muito bem, enquanto piloto de testes da Renault.
- Não se deve esquecer também que motivos extra pista podem fazer com que Bruno Senna seja o escolhido. Não é mais segredo para ninguém que a Petrobras prefere o sobrinho do tricampeão. E a empresa estatal é a nova fornecedora oficial de combustíveis da equipe, além de patrocinadora do time. E nesse ponto somos obrigados a admitir que o retorno publicitário será muito maior. Lucas di Grassi até pouco tempo atrás sequer era conhecido do grande público, ou mesmo daquele que acompanha levemente o circo, por falta de auto promoção, coisa que ele não faz muito bem.
- Não se pode esquecer também de Rubens Barrichello, apesar dele estar 90% fora da equipe e nem sequer ter sido chamado para testes. Jenson Button andou com a equipe mas por suas declarações parece já temer os dois novatos e trabalha na divulgação de sua boa adaptação aos novos carros. Essa é mesmo a grande incógnita da pós temporada.
- Maior que a briga por uma vaga por um lugar na Toro Rosso, distribuida entre vários pilotos.
11/17/2008
O Kart no Viaduto do Chá
- Moro na região central de São Paulo, sempre morei. Durante meus 28 anos de vida seria impossível contabilizar quantas vezes já passei pelo Viaduto do Chá, pela Rua Líbero Badaró e seus arredores. Sempre imaginei qual seria a sensação de ter esse pedaço de chão só para mim. O centro e a Avenida Paulista sempre foram os grandes objetivos.
- A Paulista é fácil, em comemorações relacionadas ao futebol até pouco tempo atrás a avenida era fechada e já pulei muito, virei cambalhota e muito mais para comemorar as vitórias (e modéstia a parte não são poucas) vitórias do meu time.
- Agora, quando cheguei no Viaduto do Chá e vi os pneus demarcando o que era um traçado para andar com os karts da Granja Vianna fiquei maluco. Um "q" de ansiedade tomou conta de mim e não via a hora da chegada de minha bateria, a terceira da noite.
- Passadas as duas baterias e o briefing lá fomos nós conhecer a pista. Após a reta principal, que ia do Shopping Light até a frente da Prefeitura tinhamos uma china (alargada com o tempo quando os karts triscavam os pneus), uma curva rápida para a direita, que levava até um pedaço da Rua Libero, seguida de uma freada média para a esquerda com dificuldade agravada por um estreitamento de pista. Mais uma curva fechada para a esquerda que na saída da tangente tinha um desnível (em São Paulo? não acredito....) que dava um bom tranco nas contas. A reta a seguir era longa, uma chicane feita com o pé embaixo e uma sequência de curvas que simplesmente deixou de existir tornaram-na a reta mais rápido do circuito, que porém, terminava no ponto mais perigoso e de maior confusão do circuito... o grampo do Shopping Light.
- Era muito difícil frear para o grampo, o viaduto estava muito escorregadio e quando alguém perdia o ponto, rodava, batia ou algo mais, era difícil demais passar e quase sempre se recebia um toque por trás.
- Na tomada de tempos acredito que nenhum "piloto" teve pista limpa então não vou usar isso como desculpa para nada. Me senti muito bem mais uma vez quando percebi que era o quarto no grid. Na largada tracionei hiper mal e caí para sétimo. Com mais ou menos 5 voltas era o quarto novamente e fazia uma boa corrida, mesmo sabendo que seria muito difícil recuperar terreno para os líderes.
- Até que no grampo do Shopping Light havia um kart parado... prontamente reduzi e levantei o braço para que quem viesse atrás fizesse o mesmo. Não foi o suficiente... tomei uma bela de uma porrada por trás e cravei o kart nos pneus. Até alguém tirar o kart de lá eu perdi mais posições e só recuperei uma. Cheguei em oitavo. Terminei a corrida comemorando muito aquele momento.
- Foi realmente indescritível. A pista escorregava muito, em especial ao passar por cima da faixa de pedestres, tinha desnível mas foi muito bom. Outra sensação das mais diferentes foi o público. Sim, tinha público, muito agitado por sinal. Era possível ouvir as palmas e gritos de dentro do capacete e todos agitavam bandeirinhas ao tempo todo. O momento do ápice foi quando passei uma retardatária no ponto onde mais havia público, na parte de baixo da Líbero Badaró, e as pessoas gritaram, nunca senti isso. Muito bom.
- Parabéns ao Romeu, o merecidíssimo vencedor desta corrida ímpar. Foi bom participar da primeira edição de um evento como esse e desde já torço para que mais edições aconteçam. Quem sabe na Avenida Paulista, onde tem mais espaço?
- Na sequência teve Kassab correndo contra o piloto Renato Rattes, da Copa Vicar. Foi divertido, e ele não afinou.







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